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Polícia - Região

EM RONDONÓPOLIS: PM fecha banca de jogo do bicho, prende dono e ‘confisca’ dinheiro e apostas



Uma banca de jogo do bicho que funcionava em bar no bairro Nova Canaã, em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) foi fechada por policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar. Jair Souza Campos, 52, foi preso por causa da contravenção penal após confirmar quer era dono da “banca” e que trabalhava com jogo do bicho há anos.

 

No local foram apreendidos blocos de jogos em branco e dezenas de apostas prontas além de R$ 650 em dinheiro. Também havia uma tabela de jogos, uma caderneta preta com anotações de jogos, entre outros materiais que caracterizam contravenção penal.

 

No momento da ação policial diversas pessoas faziam apostas. Jair e o material apreendido foram entregues na 1ª Delegacia da Polícia Civil para dar prosseguimento à investigação. (Com assessoria)



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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