Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Motorista que se envolveu em acidente com jovem paga fiança de 100 mil e é liberado



O motorista responsável pelo acidente que resultou na morte da jovem Larissa Marcário, na Avenida Campo Grande  na quarta feira (13) em Primavera do Leste, pagou fiança e foi liberado em audiência de custódia,  Luiz Carlos Bravin, 56 anos, dirigia uma caminhonete e de acordo com o registro policial, ficou no local do acidente para prestar socorro à vítima. Ele foi encaminhado para delegacia e se negou a realizar o teste do bafômetro, porém, disse aos policiais que havia consumido uma taça de vinho.

Ele ficou detido até a realização da audiência de custódia, que ocorreu na sexta-feira (15). O Juiz Alexandre Pampado arbitrou fiança no valor de R$ 100 mil.

Larissa Marcário de 21 anos, estava em uma motocicleta e seguia pela Avenida Campo Grande quando foi atingida por uma caminhonete que não teria respeitado a preferencial, ela chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu, ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento.

Com informações F5



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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