Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 01 de Maio de 2026

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Cidade Limpa: Administração municipal mantém o compromisso de fortalecer cada vez mais o serviço de limpeza urbana e valorizar quem faz a diferença



O trabalho dos “gigantes da limpeza”, como são chamados, segue sendo uma das prioridades da administração municipal

Além da estrutura de trabalho, a gestão municipal também busca reconhecer o esforço dos servidores

Com trabalho diário, presença constante nos bairros e reconhecimento da gestão municipal, as equipes de limpeza urbana de Primavera do Leste, carinhosamente conhecidas como os “guris da limpeza”, têm sido fundamentais para manter a cidade organizada, limpa e mais saudável para a população. A atuação eficiente dos trabalhadores é resultado direto da ampliação e valorização promovidas pela gestão do prefeito Sérgio Machnic, que investiu no fortalecimento das equipes e na descentralização dos serviços.

 

O serviço, ligado à SINFRA é diário e de acordo com o coordenador da Limpeza Pública, Valmir José, o município passou por uma transformação significativa desde o início do ano. Antes, eram pouquíssimos trabalhadores que atuavam diretamente nas frentes de limpeza conhecidas como “garis”. Hoje, esse número aumentou significativamente e além desses profissionais específicos, as equipes de serviços gerais também executam o mesmo trabalho dentro dos bairros.

 

“Com a necessidade de manter a cidade limpa para todos, esse número foi ampliado e além disso cada bairro conta com uma equipe fixa de limpeza”, explica Valmir. Desse modo, atualmente são cerca de 250 pessoas que trabalham diariamente nas ações de limpeza urbana em Primavera do Leste, de segunda a sábado. As equipes realizam serviços como varrição, raspagem de sarjetas, capina manual, retirada de galhos, limpeza de áreas públicas, praças, vias urbanas e até de córregos e rios.

 

A organização do trabalho é feita por meio de um cronograma permanente, que garante cobertura em todas as regiões da cidade. Cada bairro possui uma equipe fixa, o que proporciona maior eficiência, agilidade e vínculo com a comunidade local. “Temos equipes no Centro e em toda a extensão da cidade, atendendo bairros como Milano, Castelândia, Pioneiro, Vila Popular e muitos outros. Cada região já sabe quem são os trabalhadores responsáveis por aquela área”, destaca o coordenador.

 

Para Valmir, a ampliação das equipes representa mais do que números. É uma demonstração clara de valorização do servidor público, especialmente daqueles que executam um trabalho essencial, muitas vezes de forma silenciosa, mas com grande impacto na qualidade de vida da população. “Essa ampliação praticamente triplicou o efetivo. São pessoas que estão sendo vistas, ouvidas e reconhecidas. O trabalho deles aparece todos os dias quando a população sai de casa e encontra a cidade limpa”, afirma.

 

Além da estrutura de trabalho, a gestão municipal também busca reconhecer o esforço dos servidores por meio de melhores condições, benefícios e ações de valorização, bem como o acompanhamento constante das demandas do setor. A Prefeitura de Primavera do Leste reforça que o cuidado com a cidade passa, necessariamente, pelo respeito e reconhecimento aos trabalhadores que estão nas ruas diariamente, enfrentando sol, poeira e chuva para garantir bem-estar, saúde pública e um ambiente urbano mais organizado.

Com assessoria



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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