Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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CMTU e Secretaria de Obras alinham estratégias para revitalizar a sinalização vertical e horizontal em Primavera



Prefeito Sérgio Machnic alertou para a necessidade de realizar um serviço com produtos de qualidade, para aproveitamento dos recursos

Reunião possibilitou ajustes no trabalho de integração que será feito entre a CMTU e a Secretaria de Obras

O prefeito Sérgio Machnic participou, no sábado, 09, de uma reunião com o secretário municipal de Fazenda, Vanderlei Tolfo, a coordenadora da CMTU (Coordenadoria Municipal de Trânsito Urbano), Marta Eunice Silva e o secretário de Obras, Vitor Diniz, para tratar do início das obras de sinalização viária na região central e bairros da cidade. Também esteve presente o representante da empresa que fornecerá as placas de sinalização vertical e executará o trabalho de pintura da sinalização horizontal.

O encontro teve como objetivo alinhar as ações entre as Secretarias e a empresa responsável, visando a implantação de sinalização vertical, revitalização de faixas de pedestres no mesmo nível, instalação e adequação das faixas elevadas (rampas de acessibilidade) e meios-fios. Em alguns pontos também deverá ser feita a remoção de faixas e lombadas antigas, para a instalação de novas, com produtos garantidos por até cinco anos.

Durante a reunião, foram discutidos aspectos técnicos, como a escolha de materiais mais duráveis para as sinalizações. E o prefeito Sérgio procurou destacar a necessidade da utilização de produtos que garantam acima de tudo a qualidade, possibilitando vida útil prolongada às obras executadas.

“Não podemos ficar realizando retrabalhos, os quais encarecem o custo e prejudicam à própria sinalização no perímetro urbano. É preciso executar um serviço que exija somente a manutenção periódica, fazendo um investimento que garanta segurança, organização no trânsito e evite desperdício de recursos”, frisou o gestor.

Sob este aspecto a integração do trabalho da Secretaria de Obras e CMTU é muito importante, pois vai possibilitar que as intervenções de calçadas, meios-fios e rampas sejam executadas antes da implantação (pintura final) da sinalização. Também foi reforçada a necessidade de registrar todas as etapas com fotos e relatórios, para manter um histórico do serviço e garantir transparência.

Dentro do cronograma apresentado pela coordenadora da CMTU, as primeiras obras devem ter início já nos próximos dias e a expectativa é de que, em algumas frentes, a execução seja concluída até o final do mês. Escolas e pontos críticos de travessia de pedestres serão priorizados.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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