BATALHA PELO SENADO: Jaime tem 36%; Nilson, 21%; Procurador, 20%; e Selma, 16%

Em sua quarta rodada de pesquisas eleitorais em Mato Grosso, o Voice também mediu as intenções de votos para o Senado.

Na modalidade estimulada, quando é oferecida ao eleitor uma relação com os nomes dos candidatos, Jaime Campos (DEM) aparece na liderança, com 36%; seguido de Nilson Leitão (PSDB), com 21%Procurador Mauro (PSOL), com 20%; e pela ex-juíza Selma Arruda (PSL), com 16%.

Nilson e procurador Mauro estão tecnicamente empatados, enquanto Selma Arruda se aproxima de ambos.

Em seguida estão os candidatos Carlos Fávaro (PSD), com 8%Adilton Sachetti (PRB), com 8%; e Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B), com 7%;

Na sequência estão Waldir Caldas (NOVO),  Gilberto Lopes (PSOL) e Sebastião Carlos (REDE), com 1% cada.

O canditato Aladir Leite (PPL) não pontuou.

Os votos nulos e brancos somaram, entre as duas opções de votos, 16%. Os Indecisos ou que não souberam responder,57%; e os que não responderam, 8%.

Nestas eleições, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado, e os dados acima representam a soma do primeiro mais o segundo voto (veja abaixo os gráficos individuais), por isso a soma dos percentuais é de 200%.

Dados

A margem de erro do estudo é de 3,5%, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

O Voice Pesquisas ouviu 812 eleitores em 30 municípios de todas as regiões do Estado, entre os últimos dias 14 e 18 de setembro.

O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TRE-MT sob o nº MT – 06521/2018.

Confira os gráficos:

Fonte: Mídia News/DOUGLAS TRIELLI

Doenças ligadas à falta de saneamento geram custo de R$ 100 mi ao SUS

As internações hospitalares de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o país, por doenças causadas pela falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade, ao longo de 2017, geraram um custo de R$ 100 milhões. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ao todo, foram 263,4 mil internações. O número ainda é elevado, mesmo com o decréscimo em relação aos casos registrados no ano anterior, quando 350,9 mil internações geraram custo de R$ 129 milhões.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar investido em água e saneamento resultaria em uma economia de US$ 4,3 em custos de saúde no mundo. Recentemente, organizações ligadas ao setor privado de saneamento, reunidas em São Paulo, reforçaram a teoria da economia produzida por este investimento. Pelas contas do grupo, a universalização do saneamento básico no Brasil geraria uma economia anual de R$ 1,4 bilhão em gastos na área da saúde.

No mesmo evento – Encontro Nacional das Águas – os representantes das empresas apontaram que dos 5.570 municípios do país, apenas 1.600 têm pelo menos uma estação de tratamento de esgoto e 100 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à tratamento de esgoto.

Atualmente, de acordo com o Instituto Trata Brasil, apenas 44,92% dos esgotos coletados no país são tratados. O Brasil tem uma meta de universalização do saneamento até 2033. Este objetivo previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico, representaria um gasto de cerca de R$ 15 milhões anuais, ao longo de 20 anos. E este é um dos desafios para os governantes a serem eleitos em outubro.

A reportagem da Agência Brasil visitou Maceió, capital de Alagoas, cidade onde o percentual de coleta de esgoto é 11 pontos percentuais inferior à media do país (51,9%).

Maceió

Quem chega a Maceió logo se deslumbra com azul do mar e a simpatia dos moradores. Mas, basta um olhar mais atento em direção oposta à praia para concluir que o deleite visual produzido pela natureza disputa espaço com canais de esgoto a céu aberto. O mais grave é que grande parte dos dejetos, que corre ao longo de rios e riachos e cruza diversos bairros da cidade, acaba desaguando no mar.

“Temos praias lindas, mas nós não usamos porque sabemos que são bem poluídas. Temos a Lagoa Mundaú, dentro da cidade, e correndo para ela que tem vários braços de rios e riachos que, inclusive passam por bairros nobres, e todos servem para despejo de dejetos e lixos das casas”, lamentou a advogada Rita Mendonça.

Alagoana e atuante em direitos humanos, Rita reconhece que foram feitos investimentos na área de saneamento, mas a população cresceu em velocidade desproporcional aos recursos aplicados. Outro alerta recai sobre a falta de conscientização dos próprios habitantes. “As pessoas jogam lixo nesses rios e riachos porque não podem esperar o lixeiro passar. E todos desembocam no mar”, lamentou.

A realidade para quem vive o dia a dia na capital alagoana tem reflexos que vão além da balneabilidade das praias urbanas. Na economia, famílias que já vivem em situações mais precárias e dependem da pesca do sururu correm o risco de terem a fonte de renda comprometida. Em 2014, o molusco, largamente encontrado nas regiões lacustres de Alagoas em função dos encontros de água doce e salgada, foi registrado como patrimônio imaterial do estado. Moradores, agora, relatam e lamentam a redução do volume pescado em decorrência da poluição da água.

Saneamento básico em Maceió
Em Maceió, moradores reclamam que esgoto e lixo ficam a céu aberto – Carolina Gonçalves/Agência Brasil

 

O comércio é também alvo do problema. Empresária e dona de uma loja de roupas no bairro da Jatiúca, Vanessa Taveiros, aponta para o esgoto que corre ao lado de um dos restaurantes mais badalados de Maceió. “Já foram feitas várias denúncias e nada é feito. Quando chove, tudo fica alagado, tem ruas aqui na Jatiúca que nenhum carro passa e os lojistas ficam sem vender porque fica tudo interditado”, disse.

Na saúde, os problemas relacionados ao saneamento aparecem em números de sete dígitos. Segundo o Ministério da Saúde, em todo o estado, ao longo de 2017, foram gastos mais de R$ 2,2 milhões com 5.183 internações no SUS de pacientes com doenças ligadas à falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade. No mesmo ano, em todo o país, o total de gastos com este tipo de internação somou R$ 100 milhões.

O rol dessas doenças inclui desde diarreias e problemas dermatológicos até infecções mais graves, cólera, sarampo, além do agravamento de epidemias, já que a exposição do esgoto a céu aberto aumenta condições para a proliferação do mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika.

Maceió não é uma cidade planejada e é possível ver que o problema do saneamento afeta todas as classes econômicas. Algumas ruas começam na praia, como na Jatíuca, com prédios e casas visualmente de classe média alta, e terminam em trechos extremamente pobres. O despejo de lixo nos rios e riachos é feito por parte da própria população, mas também é parte dos alagoanos que lamenta os efeitos dessa prática.

Saneamento básico em Maceió
Capital alagoana sofre com a falta de saneamento básico – Carolina Gonçalves/Agência Brasil

“Não vou esquecer nunca. A gente saia da escola e vinha direto para a Praia da Avenida. Era aqui que passávamos os finais de semana com a família também. Agora é impossível”, lamentou o taxista, de 54 anos, que não quis se identificar. Segundo ele, até dejetos de um hospital foram lançados pelo canal que desemboca na praia que faz parte de seu imaginário.

A concessão dos serviços de saneamento é da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) que, em função do período eleitoral, preferiu não conceder entrevistas. Em nota enviada à Agência Brasil, assessores informaram que, dos 102 municípios do estado, a Casal opera em 77. Desses, 12 têm rede coletora de esgoto, incluindo Maceió. Em vários municípios do interior, existem obras de implantação de rede da Funasa e da Codevasf, que são órgãos federais. “Somente após a conclusão dessas obras é que os sistemas são entregues para a Casal operar”, destacaram os assessores.

De acordo com o Ministério das Cidades, estão previstos no orçamento investimentos da ordem de R$ 277 milhões para a capital alagoana. Esse total inclui desde abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e estudos e projetos. “Já foram concluídos 5 empreendimentos, no valor de R$ 76,5 milhões, beneficiando 83,8 mil famílias”, informou a assessoria do órgão.

Ainda diante de números produzidos pela pasta – divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – em 2016, 96,2% da população de Maceió foram atendidas com rede geral de abastecimento de água e 40,3%, com coleta de esgoto, “independentemente de existir tratamento”. Com relação ao total da população representada pelos municípios que responderam ao SNIS no ano de referência, Maceió tem o índice de abastecimento de água superior à média do Brasil (93%) e índice de atendimento total de esgoto 11 pontos percentuais inferior ao do país (51,9%).

Fonte: Agência Brasil

UMA HORA ANTES DO EMBARQUE Governo cancela viagem de 150 atletas para campeonato em Manaus

Faltando uma hora para para embarcarem, cerca de 150 atletas mato-grossenses que estavam indo disputar o Campeonato Brasileiro Estudantil, em Manaus (AM), foram surpreendidas pela notícia do cancelamento da viagem pelo governo do Estado, na noite desta terça-feira (18).

Equipes de handball, futsal e basquete, compostas por atletas de 12 a 17 anos, estavam em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá) e deveriam vir para a Capital, onde pegariam um voo rumo à capital amazonense. O campeonato deve acontecer entre 19 a 23 de setembro.

O jornalista Joel Teixeira conversou com a mãe de um dos atletas, que relevou que eles estavam com muita expectativa e foram frustrados com a notícia do cancelamento.

 

“Prometeram que iam levá-las, as meninas arrumaram as malas, todas muito animadas. Agora a noite, às 21h, com todo mundo entrando no ônibus rumo a Cuiabá para pegarem o voo, receberam a notícia de que não iriam mais. Alegaram que não têm dinheiro para levar as crianças, sendo que são atletas campeãs que podiam elevar o nome de Mato Grosso no esporte”, disse.

 Outro lado

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) foi procurada pela reportagem e deve se manifestar em breve.

GD

Pedro Taques perderia para Mendes e Wellington em eventual segundo turno

Pedro Taques perderia para Mendes e Wellington em eventual segundo turno

Caso as eleições para o Governo de Mato Grosso fossem decididas em segundo turno e a votação fosse hoje, o atual governador Pedro Taques (PSDB) sairia derrotado das urnas em eventual disputa contra Mauro Mendes (DEM) ou Wellington Fagundes (PR). É o que revela pesquisa realizada pelo instituto Mark entre 14 e 17 de setembro e divulgada em primeira mão por Olhar Direto.

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Wellington Fagundes cresce acima da margem de erro e “tira” Taques do segundo turno

O candidato Mauro Mendes, líder nas pesquisas, sairia vitorioso em todos os confrontos possíveis de segundo turno. Contra Pedro Taques, Mendes aparece com 41,5% das intenções de voto e o governador atinge 18,6%. Os eleitores que declararam voto branco ou nulo totalizam 13,6% e 26% não souberam ou preferiram não opinar.

Em um confronto contra Wellington Fagundes, Mauro Mendes tem 40% das intenções de voto contra 30,8% do republicano. Brancos e nulos são 13,8% e os que não souberam ou preferiram não opinar totalizaram 15,3%.

Já em um eventual confronto entre Wellington Fagundes, Pedro Taques alcança 18,9% das intenções de voto diante de 32,9% do senador republicano. Neste cenário, 17,5% optariam por votar em branco ou anular. Já 30,7% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

O questionário aplicado aos 1064 eleitores entrevistados ainda apresentava a seguinte pergunta: “De uma forma geral, como o senhor aprova o mandato fo governador Pedro Taques?”. Neste quadro, 32,4% respondeu que aprova e 57,5% afirmou que desaprova. Os que não souberam ou preferiram opinar foram 10,1%.

Rejeição

O levantamento do instituto Mark ainda mediu o nível de rejeição dos candidatos. Dos eleitores ouvidos, 29,6% não votaria de jeito nenhum em Pedro Taques. O segundo, em índice de rejeição, é Arthur Nogueira (5,9%), seguido de Wellington Fagundes (4,4%), Moisés Franz (4%) e Mauro Mendes (3,7%). Os que não souberam ou preferiram não opinar foram 37,9% e brancos e nulos totalizam 14,5%.
Pesquisa estimulada

Estimulada

Na categoria estimulada, levantamento em que o nome do candidato é apresentado ao eleitor, Mauro Mendes lidera a corrida ao Paiaguás com 36,8% das intenções de voto. Em segundo, Wellington Fagundes soma 24,2% e Pedro Taques 18,2%. Arthur Nogeira (Rede) tem 0,6% das intenções de voto e Moisés Franz (Psol) 0,3%. Os eleitores que declararam a intenção de votar nulo são 7,8% e os que não souberam ou preferiram não opinar são 12,1%.

Espontânea

No modelo de entrevistas espontâneo, em que o nome dos candidatos não é apresentado ao eleitor, Mauro Mendes mantém liderança, mas com 15,1%. Também em segundo, Wellington Fagundes tem 6,7% e Pedro Taques, em terceiro, 5,6%. Arthur Nogueira aparece com 0,2% e Moisés Franz não pontua. Os eleitores que declararam a intenção de votar em branco ou nulo são 17,9% e os que não souberam ou não quiseram responder são 54,4%.

A pesquisa Mark de intenção de votos ouviu 1064 mato-grossenses entre 14 e 17 de setembro, sob metodologia quantitativa e técnica survey de opinião. A pesquisa está registrada na justiça eleitoral sob protocolo MT-00576/2018. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Os resultados das tabelas foram arredondados pelo programa para totalizarem 100%.

Fonte: Olhar Direto

Mega-Sena acumula e deve pagar prêmio de R$ 17 milhões nesta quinta

O concurso especial da Mega-Sena, sorteio realizado nessa terça-feira (18), que pagaria R$ 5 milhões, ninguém acertou o prêmio principal. As dezenas sorteadas foram: 01 – 02 – 14 – 37 – 55 – 58.

Para o próximo concurso, que será realizado nesta quinta-feira (20), a estimativa da Caixa é de um prêmio de R$ 17 milhões.

Mega-Sena, loterias, lotéricas
Ninguém acerta a Mega-Sena especial da Semana do Apostador – Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Quina teve 43 acertadores, cada um vai receber de R$ 43.305,35. A quadra registrou 1.681 apostas vencedoras, cada uma vai pagar R$ 846,45.

Esta semana, excepcionalmente, serão realizados três concursos, por causa da Mega Semana do Apostador. Além do sorteio de ontem e o de amanhã, teremos ainda outro no sábado (22).

Tradicionalmente, os sorteios são feitos na quarta-feira e no sábado. A aposta simples da Mega-Sena, com apenas seis dezenas, custa R$ 3,50.

Fonte: Agência Brasil

Empresária é denunciada por falsificação de documentos e crimes ambientais

MPE denuncia empresária por crimes ambientais identificados durante operações — Foto: MP-MT

MPE denuncia empresária por crimes ambientais identificados durante operações — Foto: MP-MT

Uma empresária foi denunciada pelo Ministério Público Estadual (MPE), nesta terça-feira (18), por crimes ambientais e falsificação de documentos. De acordo com a denúncia, Luana Ribeiro Gasparotto usava a empresa para conseguir licenças irregulares na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Essa é a segunda denúncia registrada contra a empresária.

O MPE também fez novo pedido de prisão preventiva contra a acusada. O G1 tentou, mas não conseguiu falar com a defesa da empresária até a publicação dessa reportagem.

As denúncias são resultado das operações Polygunum e Siriema, deflagradas pelo MPE em parceria com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), que investigam fraudes nos sistemas ambientais.

Segundo as investigações, em 2011 Luana, por meio da empresa dela, foi contratada para promover a regularização de uma fazenda localizada em Gaúcha do Norte, a 595 km de Cuiabá. Ao constatar que a propriedade rural estava em situação irregular, a empresária teria usado o nome da empresa dela para falsificar documento público emitido pela Sema.

“Falsificando a Autorização Provisória Funcionamento de Atividade Rural (APF) a denunciada obteve vantagem ilícita de R$ 4 mil, prejudicando a vítima e o meio ambiente. Induziu o proprietário da área em erro, mediante a apresentação do documento falso, obtido por meio fraudulentos. Além disto, dificultou a ação fiscalizadora da Sema no trato de questões ambientais”, diz trecho da denúncia.

Caso a denúncia seja aceita, a empresária deve responder pelos crimes de falsificação de documento, por dificultar a ação fiscalizatória do poder público e também por impedir a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação.

Outras pessoas são investigadas e podem ser denunciadas por compor organização criminosa e promover desmatamentos ilegais em áreas não consolidadas e, com o uso de meios fraudulentos, ampliar áreas para uso alternativo do solo.

COMPROMISSO COM A INDÚSTRIA: JAYME SE REÚNE COM INDUSTRIAIS E DEFENDE REDUÇÃO DE IMPOSTOS E MAIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS

CANDIDATO VOLTOU A PONDERAR QUE É ABSURDO MATO GROSSO ABRIR MÃO DE R$ 9 BILHÕES DE RECEITAS POR CAUSA DE DESONERAÇÃO E PERDAS

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Defendendo segurança jurídica e redução drástica na carga tributária do Brasil e do Estado, o candidato a senador pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos, se reuniu com empresários do Distrito Industrial em Cuiabá e reafirmou compromissos de criar ambientes que permitam as empresas e comércios voltarem a crescer e principalmente a gerar emprego e renda.

“Temos que aliar a redução da carga tributária com os investimentos públicos em obras e logística para que Mato Grosso volte a ser o Estado esperança e terra de oportunidades. Meu compromisso e de Mauro Mendes é de buscarmos este ambiente propicio ao desenvolvimento, geração de emprego e renda, pois isto é que faz o país crescer”, disse o candidato ao Senado pelo DEM.

Para Jayme Campos as possibilidades são boas de se conseguir implementar uma nova política tributária se medidas saneadoras forem adotadas e essa é sua vontade e determinação, além da vontade do futuro governador Mauro Mendes.

“Fiquei ainda mais impressionado ao receber estudos econômicos que apontam para uma perda na arrecadação de impostos de Mato Grosso da ordem de R$ 5 bilhões com a desoneração promovida pela Lei Kandir, sem contar outros benefícios concedidos pelo Governo do Estado que elevam essas perdas para R$ 9 bilhões/ano, ou seja, o mesmo total arrecadado apenas com o ICMS. Se não estancarmos essas perdas fica difícil de se falar em reduzir a carga tributária”, disse Jayme Campos.

Para ele, o mais importante, neste momento de crise é estancar as perdas dos cofres públicos, otimizar os recursos arrecadados e manter os serviços essenciais até que o equilíbrio volte a ser conquistado.

“Estamos pouco mais da metade do mês de setembro e após acabar este ainda teremos mais três meses de arrecadação de impostos, que historicamente são crescentes, ou seja, são sempre maiores que o mesmo período do ano anterior. No Governo Federal já são R$ 1,783,1 trilhão arrecadado em todo o Brasil e em Mato Grosso este valor chega a R$ 18.445,9 bilhões, demonstrando que o país e o Estado são ricos, mas padecem pela falta de uma gestão mais profícua e realista. Não adianta ouvir os empresários apenas na época das eleições. Ou mantemos um contato rotineiro e vamos continuar errando”, disparou Jayme Campos.

Ele foi mais longe ao frisar que Mato Grosso precisa industrializar sua produção do agronegócio, para agregar valores e impedir que grande parte da receita local acabe gerando dividendos em outros Estados do Brasil, justamente por falta de industrialização.

“Estamos nos últimos anos andando para trás. O pouco que avançamos em nada surte efeito positivo, pois sempre estamos atrás de outros Estados brasileiros que já estão em estágio avançado de industrialização”, disse Jayme Campos assegurando que vai abrir discussões em prol da reforma tributária nacional e local no primeiro ano do mandato. “O Brasil e os brasileiros não podem esperar mais. Temos que tomar decisões firmes agora, rapidamente e melhorar o ambiente de negócios e a esperança de que vivemos em um país rico, mas que está sendo comandado de forma errada”, disse Jayme Campos.

Jayme quer nova regra para o Fies e o Revalida

Segundo o candidato ao senado a ideia é apresentar mudanças na legislação para reforçar a formação de profissionais das áreas essenciais permitindo que eles paguem parte de suas pendências desempenhando funções no serviço público

O Fundo de Financiamento Estudantil – FIES poderá ser aperfeiçoado e melhorado. O candidato ao Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos 251 quer apresentar projeto de Lei para alterar a Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001 para que os beneficiários possam prestar serviços público para arcarem com as despesas decorrentes do financiamento de seus cursos superiores.

Cerca de 2 milhões de estudantes em instituições de ensino particular tem participação do FIES segundo dados do Ministério da Educação, lembrando que semestralmente estes números se alteram.

“Em algumas profissões consideradas essenciais, como professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, policiais entre outros, aqueles que obtiverem o financiamento de seus cursos superiores poderão pagar suas dívidas com a Fazenda Pública trabalhando ou reforçando a atuação do Poder Público”, disse Jayme Campos.

Ele apontou que tem profissionais da área educacional, do Direito e de Administração debruçados em cima de possíveis propostas para aperfeiçoar o FIES e começar a criar também um reforço para custear aqueles estudantes que vão para áreas aonde a falta de profissionais é mais acentuada.

“Se temos maior necessidade de profissionais médicos, então que se crie mais possibilidades para que estes cursos sejam mais atendidos com mais alunos. Não sou contra o Programa Mais Médicos que importou profissionais médicos de outros países, mas vejo que teríamos uma melhor solução para os problemas na saúde se custeássemos os estudos daqueles que desejam se formar em medicina e que assumam o compromisso de pagar o investimento feito em seus estudos com a prestação de serviços e a fixação nos municípios do interior”, disse Jayme Campos.

Para ele é necessário que as autoridades públicas atuem em várias frentes, ou seja, permitindo que novos acadêmicos ingressem nas faculdades para estudarem e se capacitarem, profissionais de outros países que vem para cá e até mesmos os brasileiros que estudam no exterior e precisam de validarem seus diplomas através do Revalida, que é uma prova que permita comprovar estarem eles aptos a desempenharem suas profissões.

“Essa questão do Revalida também tem que ser bem resolvida, pois se temos profissionais formados, independente de qual o local e eles podem desempenhar suas funções sem problemas, então que este processo seja acelerado e melhorado, pois o interesse maior é dotar este imenso país de profissionais que possam atender a demanda em todas as áreas necessárias”, disse Jayme Campos.

  Assessoria 

TSE define urna eletrônica e confirma 13 candidatos à Presidência

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou hoje (17) o sistema de registro de candidaturas à presidência da República que será inserido nas urnas eletrônicas para a votação no primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 7 de outubro. Com a medida, ficam confirmados os nomes de 13 candidatos à presidência da República e seus respectivos vices que tiveram os registros aceitos pelo tribunal.

Os nome do candidato Fernando Haddad (PT) e sua vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), foram considerados aptos para inserção nas urnas, apesar de o registro de candidatura ainda não ter sido julgado pela Corte. Haddad teve o nome confirmado pelo PT após o TSE barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prazo para que algum candidato, partido ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) faça a impugnação do registro do petista termina amanhã (18), no entanto, até o momento, nenhuma contestação foi apresentada ao tribunal.

De acordo com o TSE, os dados dos presidenciáveis são enviados aos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que serão responsáveis pelo carregamento das urnas com os dados de todos que vão participar do pleito. Os tribunais locais também vão inserir as informações dos candidatos aos governos estaduais, deputados estaduais, federais e senadores.

Fonte: Agência Brasil

Wellington Fagundes diz que quer priorizar saúde e educação em MT

Republicano esteve na Fiemt na manhã desta segunda-feira — Foto: TVCA/Reprodução

Republicano esteve na Fiemt na manhã desta segunda-feira — Foto: TVCA/Reprodução

O candidato ao governo de Mato Grosso Wellington Fagundes(PR) ressaltou a necessidade da modernização do estado, além de medidas que priorizem a educação e a saúde.

O candidato participou de um encontro promovido pela Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).

“A saúde e a educação serão todos os anos atualizadas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Então, o teto de gastos é para não gastar mais do que arrecada. Nossa meta é atender os setores essenciais”, afirmou o candidato.

Fonte: G1 Mato Grosso