Primavera do Leste / MT - Sábado, 20 de Junho de 2026

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Calor dificulta circulação do “corona”, mas doença vai chegar, diz médico de Cuiabá



Ivens Cuiabano Scaff é médico infectologista e diz que lavar as mãos e tapar boca e nariz ao tossir não é uma besteira e sim importante para conter o vírus

O calor e a secura de Mato Grosso podem mesmo dificultar a circulação do vírus coronavírus, o COVID-19. Quem confirma isso é o experiente infectologista Ivens Scaff. Apesar disso, o médico ressalta que é importante a população seguir as orientações de prevenção do Ministério da Saúde, como lavar as mãos e evitar aglomeração de pessoas. Até porque segundo ele independemente do clima a doença chegará até aqui.

O que acontece é que o clima mato-grossense pode diminuir a velocidade do Covid-19. Pelo mundo, o vírus é temido por sua rápida transmissibilidade. No Brasil, já são 200 casos confirmados, mas sem registros de mortes, segundo balanço do Ministério da Saúde. Em Mato Grosso, são 10 casos suspeitos. Um deles surgiu hoje em Rondonópolis (a 212 Km de Cuiabá). Leia sobre isso aqui.

“O vírus depende muito de temperaturas mais frias e umidade (Europa, Ásia e América do Norte estão no inverno – o que facilita a propagação). É o contrário que temos aqui. Por exemplo, em São Paulo, com a chegada do inverno, pode haver um problema mais sério. Mas aqui não”, antevê.

Ivens acredita também que, mesmo com a chegada do inverno no Brasil, o vírus não vá circular tão rápido no Estado. “Mato Grosso nunca tem um frio de mais de uma semana”, cita. “Por isso a doença vai chegar, mas não na velocidade e eficácia de outros lugares”.

O médico entende que ainda é muito cedo para suspender atividades, como aulas em escolas e trabalho. Mas afirma que é importante lavar as mãos e cobrir a boca e nariz  ao tossir ou espirrar. Segundo diz, isso não é besteira.

Allan Pereira / RD News



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Designer de sobrancelhas que morreu em acidente é sepultada em Alta Floresta


Familiares e amigos se despediram, ontem, de Camilly Carpinski Igino, de 18 anos, que morreu em um grave acidente ocorrido na rodovia MT-208, na quinta-feira à noite, a cerca de sete quilômetros do Trevo São Cristóvão, em Alta Floresta. O velório ocorreu na capela da cidade e o sepultamento foi por volta das 17h. A jovem atuava como designer de sobrancelhas.

 

Camilly conduzia uma motocicleta Yamaha Fluo quando se envolveu em uma colisão frontal com um GM Prisma. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou o óbito da jovem ainda no local do acidente.

 

Segundo relato do motorista do Chevrolet Prisma à polícia, ele seguia pela MT-208, no sentido Carlinda–Alta Floresta, quando uma carreta saiu de uma empresa às margens da rodovia e acessou a pista no sentido contrário. Nesse momento, a motociclista que trafegava no sentido oposto teria tentado desviar do veículo de carga, invadindo a pista contrária e colidindo frontalmente com o automóvel. A versão apresentada pelo motorista foi confirmada por uma testemunha ouvida durante a ocorrência.

 

O condutor do Prisma sofreu uma lesão no antebraço esquerdo e recebeu atendimento médico no Pronto Atendimento Municipal. Posteriormente, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. Conforme o boletim de ocorrência, ele recusou-se a realizar o teste do bafômetro, sendo lavrado o termo de recusa.

 

A Polícia Civil informou ainda que a jovem não possuía habilitação para conduzir motocicleta. Os dois veículos sofreram danos de grande monta e foram removidos do local.


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