Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 23 de Junho de 2026

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Polícia desarticula grupo especializado em furtar e levar carros para Bolívia



Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derfva), deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Rentelis, com objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em furtar veículos e leva-los à Bolívia.

 

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em Cáceres e São Paulo (SP). A investigação aponta que, só em 2019, a quadrilha gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão às vítimas.

 

De acordo com as informações, a quadrilha atuava no furto de veículos de locadoras e empresas do ramo. Com o carro em mãos, eles iam até a Bolívia, onde fica a sede da quadrilha.

Em Mato Grosso, a maioria dos veículos furtados são caminhonetes, como Hilux e Amarok.

 

Segundo a Polícia Civil, uma das ações da quadrinha foi à tentativa de furto de uma Mercedez Benz, avaliada em R$ 150 mil. O carro chegou a ser furtado, mas recuperado em Cáceres.

 

Além do estado, a quadrilha atuava em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

 

Investigados

 

Consta que 7 pessoas estão sendo investigadas pelos crimes, sendo eles Alexandre Domingos Santana, morador de São Paulo (SP), considerado o chefe da quadrilha e responsável por fimar os contratos e coordenar as atividades do grupo.

 

Wilson Jhon Ferreira de Souza, José Márcio Mendes e Gerson do Nascimento Melo, todos moradores de Cáceres, que tinham, além da função de firmar contrato com as empresas, também eram os responsáveis de levar os carros furtados até à Bolívia.

 

Laura Michely da Silva Oliveira, esposa de Wilton Jhon, e Geisa Lucia da Silva, esposa de Gerson Nascimento, que também participavam da contratação de carros.

 

Já sobre os receptadores bolivianos, a polícia informou que irá entregar à Polícia Federal.

 

Mandados de busca e apreensão 

 

Ao todo, 30 policiais estão atuando na operação, que acontece em Cáceres e São Paulo.

 

Em SP, na residência de Alexandre, policiais encontraram diversas chaves de veículos locados e que foram furtados, bem como documentos públicos falsificados. Ele foi preso em flagrante.

 

Os investigados serão indiciados pelos crimes de furto qualificado, estelionato, receptação, associação criminosa, comunicação falsa de crime e lavagem de dinheiro, podendo pegar até 25 anos de prisão.

 

Serão investigados ainda por tráfico de drogas e tráfico de armas.

GD



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Foragido por estupro de vulnerável tenta se esconder atrás de pé de manga, mas acaba preso pela PM em Primavera do Leste


Um homem de 56 anos, procurado pela Justiça pelo crime de estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Militar na tarde de sexta-feira (20), no bairro Novo Horizonte, em Primavera do Leste.

Segundo informações da PM, a prisão ocorreu após equipes do Grupo de Apoio do 14º Batalhão receberem informações sobre o paradeiro do suspeito. Os dados foram repassados pelo Grupo de Apoio do 2º BPM de Barra do Garças, que auxiliou nas diligências.

Durante patrulhamento pela Rua Haiti, os policiais identificaram dois homens em atitude considerada suspeita. Ao notar a aproximação da viatura, um deles demonstrou nervosismo e tentou fugir da abordagem, escondendo-se nos fundos de uma kitnet, atrás de um pé de manga.

A tentativa de escapar não deu certo. Os militares realizaram a abordagem e, após consulta ao sistema de segurança pública, confirmaram que havia um mandado de prisão em aberto contra o suspeito pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.

Após receber voz de prisão e ser informado de seus direitos constitucionais, o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Primavera do Leste, onde ficou à disposição da Justiça.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito não apresentava lesões corporais e a condução ocorreu sem a necessidade do uso de algemas.

Crime tem pena severa

O crime de estupro de vulnerável é considerado um dos mais graves previstos na legislação brasileira e ocorre quando a vítima é menor de 14 anos ou não possui condições de oferecer resistência ou consentimento. A pena pode chegar a 15 anos de prisão, podendo ser aumentada em determinadas circunstâncias.


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