Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Criança de 2 anos morre com suspeita de H1N1 em Primavera do Leste



A criança entrou na UPA na segunda-feira (14) com insuficiência respiratória, febre e secreção. Exames laboratoriais vão ser feitos pra diagnosticar se a morte foi ou não por H1N1.

Uma criança de 2 anos morreu com suspeita de H1N1 nessa quarta-feira (16) em Primavera do Leste. O menino morreu depois de ser internado com insuficiência respiratória.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Primavera do Leste, a suspeita é de que a morte tenha sido causada pelo vírus H1N1.

A criança entrou na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Primavera do Leste na segunda-feira (14) com insuficiência respiratória, febre e secreção.

Ainda de acordo com a secretaria, ele foi encaminhado ao Hospital das Clínicas, que tem convênio com o município, e morreu.

Exames laboratoriais vão ser feitos pra diagnosticar se a morte foi ou não por H1N1. Segundo a secretaria, não há prazo pra sair o resultado do exame.

Fonte: G1 MT



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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