Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Vereador Luis Costa ajuda comunidade com pinturas de faixas de pedestre e quebra-molas



A falta de sinalizações pela cidade de Primavera do Leste tem provocado acidentes.

Da Redação

Com mais de 30 indicações durante este primeiro semestre do ano, para sinalizações (colocação de placas e pinturas) e construções de redutores de velocidades para a Coordenação Municipal de Trânsito e Transporte de Primavera do Leste (CMTU), o vereador Luis Costa tem realizado os pedidos por meio das solicitações da comunidade. O que ocorre é que muitas vezes as indicações não são atendidas e a comunidade tem reclamado e como alternativa Luis Costa decidiu ajudar, refazendo algumas pinturas apagadas em alguns quebra-molas da cidade e também faixas de pedestres.

“Primeiro o senhor Ronaldo me procurou reclamando da falta de pintura das faixas de pedestres. Então no dia 2 de fevereiro deste ano, eu juntamente com Ronaldo pintei uma faixa na Avenida Amazonas. Recentemente fui com ele até o local e vi que o trabalho melhorou muito e está ajudando a comunidade. Desta forma acompanhei o Ronaldo em outro pedido da comunidade para pintar em frente à escola Sebastião Patrício, em que a diretora solicitou a indicação, mas o executivo não fez, então junto com o amigo Ronaldo estive no local e pintamos a faixa”. Explica o vereador Luis Costa.

Outro ponto em que o legislador esteve junto com a comunidade pintando a faixa de pedestre foi no Bairro São Cristóvão na Rua São Tomé, como também um quebra-molas no bairro Guterres. “Eu entendo que são muitos pedidos e que muitas vezes a burocracia para a compra das tintas e equipamentos para a CMTU é grande, mas não podemos deixar coisas simples como a pintura de uma faixa de pedestre e de um quebra-molas para depois, ou só para quando puder, passando meses e até anos. É necessário que a gestão pública entenda que sinalizações salvam vidas, que um trânsito bem organizado e monitorado, evita acidentes. Estamos agora acompanhando o processo do projeto de mobilidade urbana do nosso município e o que esperamos é que assim que o planejamento tiver pronto que seja executado, para que assim possamos acabar com as burocracias e ter um trânsito de qualidade e mais seguro”. Finaliza Luis Costa.

Segundo o legislador, em um dos quebra-molas que pintaram foi gasto R$63 reais, e se o valor for comparado com que é gasto com uma pessoa que sofre um acidente de trânsito, a cidade chega gastar uma média de R$1.500 reais, a fonte é o portal da transparência da secretaria de saúde municipal. Por este motivo Luis Costa tem se posicionado duramente com as cobranças em relação às melhorias para o trânsito do município. “Um caso que quero relatar é que no Bairro Jardim Progresso, em uma determinada rua, fiz um pedido para a construção de um quebra-molas a pedido de algumas famílias. Um pai que mora na rua tem um filho com autismo e ele brinca na calçada de casa com os amigos e a família, porém a preocupação do pai é que por não ter nenhum quebra-molas os carros passam em alta velocidade pela rua e causa perigo para as crianças. Eu e os vereadores fazemos as indicações porque sabemos as necessidades da comunidade”. Relata o legislador.

Acesse o site da Câmara Municipal de Primavera do Leste – www.primaveradoleste.mt.leg.br e acesso o link do lado esquerdo em parlamentares e entre no nome do vereador Luis Costa e acompanhe todas as matérias legislativas que estão sendo propostas e indicadas.



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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