Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Vereador Luis Costa tem aprovação por unanimidade de três emendas no PPA



Da Redação

Foram aprovadas por todos os pares as três emendas para o Plano Plurianual (2022 – 2025), durante a sessão ordinária desta segunda (04/10). O autor das três emendas é o vereador Luis Costa (PDT) na qual, ressaltou a importância da participação dos colegas vereadores na discussão e na aprovação.

“Quero aqui defender que todas as emendas são apontamentos para melhorias em nossa cidade. Pensei na saúde, também em nosso trânsito e na importância da humanização dos nossos servidores públicos. Agradeço a cada vereador que me apoio nesta aprovação, pois quem irá receber esses benefícios é o nosso povo”. Aponta Luis Costa.

A primeira emenda aprovada altera o Programa de Gestão Administrativa, na forma que indica: a promover ações de otimização que melhorem a produtividade do servidor público, aplicar avaliações de desempenho condizentes com a realidade e implementar melhorias que resultem em maior qualidade do serviço prestado ao cidadão, por conseguinte, desenvolver, contratar, intensificar cursos e palestras de formação e interação que incentive e oriente o servidor a desenvolver seu trabalho de forma humanizada. A vereadora Enfermeira Giovana (MDB) e o vereador Luizinho Magalhães (PP), ressaltaram em plenário que a emenda é importante para a valorização do servidor público.

A segunda emenda aprovada altera o Programa de Gestão Administrativa, na forma que indica: a elaborar políticas de educação no trânsito, manter a CMTU, bem como estruturar e manter a sinalização e mobilidade urbana do município, ademais, adquirir uma motocicleta com um suporte para a pintura de faixas, e também estruturar a comunicação visual, pois desta forma irá investir na fabricação das próprias placas de sinalização.

Durante as discussões os vereadores Sérgio Gonçalves (DEM), Temazim Pedreiro (DEM) e Renato do Sindicato (DEM), mencionou a importância de estruturar a CMTU como também foi citado que um tempo atrás existia uma máquina para fazer placas, porém hoje não se sabe o porquê não funciona mais. Também foi dito sobre a importância de economizar, já que com a motocicleta a pintura das faixas cumpriria um cronograma de forma mais ágil e econômico.

A terceira emenda aprovada altera o Programa de Gestão de Saúde, na forma que indica: a estabelecer uma política de melhoria contínua nos procedimentos voltados para as ações de saúde, visando o aperfeiçoamento no atendimento e qualidade de vida da população, reiterando assim a importância de incluir a necessidade de executar parte dos atendimentos que são considerados média e alta complexidade.

Os vereadores Sergio Gonçalves e Luizinho Magalhães parabenizaram o legislador Luis Costa e afirmaram que muitas pessoas esperam na fila para ter acesso a um exame ou cirurgia de média e alta complexidade e que com a emenda o município poderá atender a comunidade e até chegar a zerar a fila de espera.

“Eu sempre acompanho as demandas da comunidade. Além de ir visitar o povo também recebo muita gente em meu gabinete com muitos pedidos. Fiz a emenda da humanização no setor público, porque acredito que os nossos servidores precisam e merecem receber cursos e palestras para melhorar ainda mais o trabalho. Sobre a emenda para a saúde, acredito que temos dinheiro suficiente para realizar convênios para atender a média e alta complexidade. Em relação a CMTU, penso que devemos investir em equipamentos para melhorar o trabalho e assim termos mais eficiência para com o nosso trânsito”. Finaliza Luis Costa.

 

 

 



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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