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Luis Costa fala sobre cenário da política local



Da Redação

Na semana passada o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) juntamente com o Partido da República (PR), realizaram um ato político em Primavera do Leste para o lançamento da candidatura do senador Wellington Fagundes a Governador do Estado de Mato Grosso. Durante sua fala na Tribuna, em sessão (09) nesta semana, o vereador Luis Costa, disse que o evento foi um momento político importante, e que é preciso de nomes novos para o governo de nosso Estado.

Aproveitando o gancho, sobre possíveis candidatos para as eleições deste ano, o vereador se dirigiu ao Presidente da Câmara Municipal, Valmislei Alves dos Santos (PV), e afirmou que independente de que, os dois, Luis Costa e Valmislei, sejam pré-candidatos a Deputado Estadual, jamais serão adversários políticos.

“Eu quero dizer aqui ao senhor Miley, que mesmo que sejamos pré-candidatos a Deputado Estadual, irei manter a mesma amizade que tenho com o senhor, quando chegamos aqui nesta casa. As atividades parlamentares sempre foram feitas juntos, era o trio, eu, o Carlinhos e o senhor. E iremos continuar da mesma forma”. Completou Luis Costa.

Ainda se voltando para o presidente da Casa de Leis, Luis Costa, mais uma vez fala, “o senhor Miley, disse que nenhum dos vereadores aqui nesta casa teria que me apoiar enquanto candidato”.

O legislador chamou a atenção em sua fala, porque há um tempo, o grupo que está no poder hoje, na prefeitura e câmara, teria conversado com Luis Costa, em que, se ele desistisse da candidatura a prefeito ou a presidente da câmara iria apoiar-lo como pré-candidato a Deputado Estadual.

“Mais pra frente estarei trazendo a sociedade o que foi conversado com o grupo político, mas isso não tem nada haver com o senhor Miley, pois eu desejo sorte e que a gente continue unidos nessa Casa, trabalhando e buscando o melhor para nossa cidade”.

Luis Costa novamente reafirma que teve oportunidade de ser candidato por duas vezes e esteve sempre aliado ao grupo político que está hoje no poder.

“Eu não me importo, quem é o nome do MBD, para disputar a eleição como Deputo Estadual ou Federal, seja o Luiz Magalhães, ou tantos outros, todos têm o direito de colocar o nome a disputa, o que eu não concordo é que tenha ataques pessoais, para denegrir a imagem do outro. Eu espero que as promessas sejam cumpridas, mas ressalto aqui que não quero que ninguém me apóie por pressão, de forma alguma, porque vivemos em uma sociedade democrática”.  Conclui Luis Costa.

 



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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