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Vereador Luis Costa denúncia crime de racismo praticado por um servidor público



Da Redação

Na sessão de segunda (02), o Legislador Luis Costa (PR), durante discurso na tribuna, denunciou um crime de racismo que está sendo praticado por um servidor público municipal. “Eu recebi essa denúncia na semana passada e já fui atrás para investigar o caso. Conheci a vítima, e descobri quem é o servidor que está praticando o crime”.

Luis Costa disse que a vítima presta serviço em uma unidade de saúde e é Haitiana. “Imagina, uma irmã de cor, sofrendo racismo. Eu não admito essa situação, e já entrei em contato com as autoridades competentes e vamos representar sim, contra este cidadão. Ainda não trago o nome dele na tribuna para resguardar a investigação”. Menciona o vereador.

O legislador conta que já sofreu racismo por ser negro e também por morar na periferia, e ressalta que o crime de racismo precisa ser denunciado. “Imagina a pessoa trabalha, presta um serviço público a nós, e tem que ser humilhada, chamada de macaca. Isso não podemos aceitar, não é cor da pele, religião ou classe social, que irá separar as pessoas, temos que respeitar e incluir”. Explica.

Luis Costa conclui sua fala afirmando que está levando o caso para conhecimento público e o servidor que vem praticando o crime de racismo será punido com o rigor da lei.



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Polícia

Mulher confessa homicídio do esposo e mistério termina sobre desaparecimento


O delegado Flávio Leonardo, responsável pela investigação do desaparecimento de Edvan Moreira, falou sobre o homicídio e forneceu atualizações cruciais sobre o caso. O que inicialmente parecia um mistério envolvendo o sumiço de Edvan, ganhou novos contornos após intensas diligências e avanços nas investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Edvan Moreira, residente em uma fazenda a aproximadamente 50 km do centro de Canarana, teria saído para cidade no dia 7, conforme relatos iniciais. No entanto, a descoberta da motocicleta da vítima na própria fazenda, em uma área de mata a cerca de 5 km de distância, levantou suspeitas sobre o desaparecimento.

“Localizamos a motocicleta da vítima em uma área de mata próxima à fazenda onde trabalhava. No entanto, estava claramente evidente que ela havia sido deliberadamente jogada em um rio para dificultar sua localização”, explicou o delegado Flavio Leonardo.

A reviravolta no caso ocorreu quando a esposa de Edvan, após ser submetida a uma nova entrevista como parte das investigações, confessou o homicídio. Ela admitiu ter disparado três tiros contra o marido, ocultando seu corpo e a motocicleta em locais distintos, distanciados da fazenda.

“Após a execução do homicídio, a suspeita utilizou uma máquina para transportar a motocicleta de Edvan e seu corpo para locais distantes da propriedade, em uma tentativa de dificultar a descoberta”, acrescentou o delegado.

A colaboração da esposa de Edvan foi fundamental para a identificação do local onde o corpo foi ocultado. As autoridades realizaram uma inspeção no local indicado, que foi confirmado pela Polícia Técnico-Científica como o local do crime.

Além disso, a polícia está investigando a possibilidade de que a suspeita tenha recebido ajuda para ocultar os objetos e o corpo da vítima, dadas as características do local de descarte da motocicleta.

A arma do crime, uma espingarda, foi apreendida pela polícia como parte das evidências. Agora, as autoridades conduzirão exames de DNA para confirmar a identidade do corpo encontrado e prosseguirão com as acusações de ocultação de cadáver e homicídio contra a esposa de Edvan.

O delegado Flávio Leonardo encerrou a coletiva reiterando o compromisso da Polícia Civil em buscar a verdade e garantir que a justiça seja feita para Edvan Moreira e sua família. O caso continua em andamento, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os detalhes e possíveis cúmplices envolvidos nesse trágico desfecho.

Araguaia FM


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