Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa irá recorrer contra decisão da sentença de cassação de seu mandato



Da Redação

Após decisão da juíza, Lidiane de Almeida Anastácio Pampado, da 40º zona eleitoral, de cassar o diploma e o mandato eleitoral de vereador do Município de Primavera do Leste, Luis Pereira Costa afirma que irá recorrer contra a decisão da sentença.

Segundo o vereador, o processo se deu por conta da sua atuação em denúncias de possíveis esquemas de corrupção praticados pela gestão atual. Em uma de suas denúncias, Luis Costa aponta ao Ministério Público o envolvimento do então vereador Elton Baraldi (MDB), em que, as empresas de sua família, são favorecidas nos processos de licitações da Prefeitura de Primavera do Leste para a prestação de serviços de transportes. Fato que comprovou-se em uma ação do próprio MP, na época com busca e apreensão no gabinete, residência e nas empresas do próprio Elton Baraldi.

“Eu comecei a fiscalizar e denunciar e isso provocou o grupo político da atual gestão e como forma de me calar, eles disseram que eu estava abusando do poder econômico e fazendo Fake News. É uma situação muito difícil para mim pois estou lutando contra um sistema. Pois a própria juíza que sentenciou o meu processo é amiga do prefeito”. Explica Luis Costa.

Além deste processo um outro já havia sido julgado, também por parte do vereador Elton Baraldi contra o vereador Luis Costa, e neste anterior a juíza Patrícia Cristiane Moreira, julgou favorável ao vereador Luis Costa pois avaliou improcedente a denúncia.

“Os processos tem o mesmo princípio, tanto o primeiro como o segundo e porque agora com a juíza Lidiane a situação foi favorável? Irei recorrer pois é um direito meu e também vou denunciar esse aparelhamento entre os poderes ao Conselho Nacional de Justiça, pois os poderes, legislativo, executivo e judiciário precisam trabalhar de forma independente. Eu continuo o meu mandato e também irei recorrer, até ter um outro retorno da justiça estadual e federal”. Finaliza Luis Costa.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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