Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa lamenta os mais de 300 óbitos por Covid-19 em Primavera do Leste e aponta negligência por parte do executivo



Da Redação

Domingo novamente a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) leitos Covid-19 atingiu o máximo de internações, chegando a 40 pessoas. Esse dado que novamente elevou-se demostra o quanto ainda estamos vivendo uma Pandemia. O vereador Luis Costa apontou em sua fala em tribuna (02/09) que a Prefeitura de Primavera do Leste poderia fazer mais pela população.

“Atingimos novamente 40 pessoas internadas na UTI e essa realidade é triste porque sugeri por várias vezes por meio de ofícios ao prefeito para que tomasse as medidas protetivas iguais em outras cidades para que pudéssemos baixar os números de internações, além de ouvir sempre um médico em relação ao tratamento, mas infelizmente o prefeito não fez e hoje chegamos a mais de 300 pessoas que morreram”. Aponta Luis Costa

O legislador explica que o município de Dourados – MS que tem cerca de 500 mil habitantes registrou-se 60- mortes. Segundo Luis Costa o prefeito de Dourados fez cumprir as leis em relação as regras mais duras e acredita que essas regras e medidas não foram e não estão sendo aplicadas em Primavera do Leste.

“Eu lembro de várias pessoas que morreram, também sinto muito pelos familiares que ficaram, pois é triste você perder alguém que ama. Não existe por parte da prefeitura uma fiscalização coerente, nem nos bares e restaurantes, pois não tenho nada contra quem trabalha a noite, só peço que haja fiscalização. Se eu fosse prefeito não dormiria a noite com a consciência pesada”. Afirma o vereador.

Luis Costa diz ainda que o discurso da gestão é sempre o mesmo, em que fica falando que a cidade cresceu, evoluiu junto ao agronegócio, mas a saúde continua precisando de ajuda da gestão pública e a pandemia não acabou.

“Eu solicitei informações em relação ao show do Gustavo Lima em relação a Live e me disseram que era responsabilidade da fazenda. Mas como assim? E o poder público não faz nada. Outra live que vai ter será da dupla Di Paulo e Paulino e mais pessoas vão estar aglomerando. E a Avenida Porto Alegre, que toda a bagunça voltou. Não há fiscalização por parte alguma. Deixo minha indignação e a falta de respeito com a população”. Encerra Luis Costa.

O legislador finaliza dizendo que tentou solicitar uma CPI do Covid em Primavera do Leste, porém não obteve apoio dos demais vereadores.

 

 

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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