Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Moradores do Bairro Jardim Riva II protocola abaixo assinado ao executivo solicitando redutor de velocidade



Da Redação

O vereador Luis Costa (PL) recebeu em seu gabinete um abaixo assinado dos moradores do Bairro Jardim Riva II, solicitando a implantação de um redutor de velocidade. A comunidade pediu várias vezes ao executivo que resolvesse o problema, implantando um redutor de velocidade, seja um quebra – molas ou uma lombada eletrônica, mas até o momento a solicitação não foi atendida.

O documento foi protocolado na Prefeitura Municipal, no dia 09/09/2019, às 13h30, conforme o recibo do documento. No ofício os moradores explicam que o redutor de velocidade é para ser instalado na Avenida Amazonas, em frente ao comércio “Empório da Roça”, antes do entroncamento com a Rua Roque Dalsóglio e Avenida Campo Grande, tendo em vista que é uma das principais vias de acesso do bairro, porém o acesso torna-se perigoso em razão da grande velocidade desenvolvida pelos veículos que trafegam pela Avenida Amazonas no sentido a região da Avenida dos Lagos e, também alguns veículos que ficam estacionados na lateral do prédio Vivenda das Flores, tornando impossível a visão da Avenida para quem está subindo a Rua Roque Dalsóglio, colocando assim em risco a vida de pedestres e os moradores desta localidade.

“Eu recebi o documento dos moradores em que consta a solicitação com o abaixo assinado. Um dos moradores do bairro me explicou que desde o ano passado tenta falar com alguém da prefeitura seja da coordenadoria de trânsito ou outro departamento e nada até o momento. Gostaria de reforçar o pedido dos moradores, já protocolei um ofício explicando a situação e pedindo que a reivindicação seja atendida. Não sou eu vereador Luis Costa que estou pedindo este quebra-molas ao executivo, e sim os moradores. Eu estou levando a conhecimento de todos mais uma demanda da comunidade que não está sendo resolvida.  É difícil para os pedestres e moradores atravessar a Avenida, pois por causa do acesso ao Lago Municipal, o local é bem movimentado. Peço que esta solicitação seja resolvida o mais breve possível”. Explica o vereador Luis Costa.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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