Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa indica ao executivo a regularização de meio lotes



Da Redação

A indicação foi protocolada e registrada na última sessão ordinária (17/05) e tem como objetivo regularizar meio lotes na cidade de Primavera do Leste. A solicitação do legislador Luis Costa (PDT) é um pedido de muitos moradores, pois foram comercializados meio lotes e a falta de uma política pública para a regularização, atrapalha as comercializações como também a retirada de documentação para obras.

“Peço ao executivo que faça a regularização destes meio lotes de nossa cidade, se existe um projeto de lei que inclui e caso não exista uma lei que regulamenta, então que se crie a lei. Muitas pessoas não tem dinheiro para comprar um lote, então acabam comprando meio lote, porém o problema é que falta a retirada da documentação, e enquanto o lote não regulariza, o local fica sem documentos. Essa ação além de ajudar nossos munícipes, também valorizará ainda mais nossa cidade”. Afirma Luis Costa.

Foi realizada a leitura da indicação e agora será enviada ao executivo para o chefe de gabinete, a secretaria de administração como também ao Prefeito. Para quem deseja acessar o protocolo da indicação, segue o link:

https://sapl.primaveradoleste.mt.leg.br/media/sapl/public/materialegislativa/2021/1986/indicacao_355-2021_luis_costa.pdf

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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