Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

política

Vereador Luis Costa se posiciona contrário as festas de finais de ano e Carnaval e solicita que dinheiro vá para saúde



Da Redação

Muitos gestores das cidades do País afirmaram que não irão realizar as festas públicas e populares como Réveillon e o Carnaval, e entre elas está o município de Sorriso – MT, que fica um pouco mais de 400 quilômetros da capital Cuiabana. Durante a última sessão ordinária em Primavera do Leste, o vereador Luis Costa (PDT) se posicionou contrário a realização das festas na cidade e ainda parabenizou o prefeito de Sorriso, Ari Genésio Lafin (PSDB).

“Eu quero dizer que fico muito feliz pela atitude do prefeito Ari de Sorriso, pois diferente do nosso prefeito, por lá ele já cancelou o réveillon e o carnaval e afirmou que o dinheiro será gasto na saúde, vai para as cirurgias. Quero parabenizar atitude do prefeito, pois aqui em Primavera do Leste, a realidade é triste, pois tem muitas pessoas na fila de espera por exames e cirurgias de média e alta complexidade que estão sofrendo muito, alguns com dores fortes, e por enquanto, não existe uma alternativa a não ser esperar, e atitude assim, não temos visto por aqui”. Afirma Luis Costa.

Segundo o legislador, a declaração utilizada pelo executivo para a execução das festas é que o dinheiro será oriundo de patrocínios de empresas da cidade, em que, desta forma será possível realizar as festas, no entanto, Luis Costa questiona os valores que serão pagos.

“Existem falatórios na cidade de que as empresas ‘chegadas’ do executivo, pagam a mais de 6% a 15%, pois dizem que existe até uma tabela. Então se formos pensar, esse dinheiro gasto para as festas é público, desta forma daria a mesma coisa. Bom, se existe o patrocínio das empresas para as festas, é melhor usar o dinheiro na saúde, de qualquer forma faria o bem para muitas pessoas que estão com problemas graves e não tem condição de se tratar”. Aponta o legislador.

Outra situação apontada pelo vereador é a falta de fiscalização nas casas noturnas da cidade, nos finais de semana, pois a reclamação de bagunça e som alto não param. Luis Costa relata que tem uma boate no centro da cidade que colocou uma placa do lado de fora explicando que não pode urinar na parte de fora, porém a situação é bem complicada porque o lugar fica lotado, e o questionamento do vereador é que se o número de pessoas está maior do que o espaço dispõe.

“Pode acontecer uma tragédia, igual aconteceu em Santa Maria com a boate Kiss, pois o local fica lotado e não há fiscalização. Precisamos da ação urgente dos fiscais. Na frente do lago municipal tem outra casa noturna e por lá o som tem ultrapasso os decibéis exigidos pela lei. As pessoas tem reclamado do barulho do som. O executivo não pode deixar a cidade como terra de ninguém e precisa exigir fiscalização e segurança pública. O Covid-19 ainda não acabou. Infelizmente vemos pessoas em festas sem máscaras e pessoas nas igrejas com máscaras. Que cidade é essa? Conclui Luis Costa.



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

geral

Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


Antenado News