Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa solicita rigidez do executivo em fiscalizar as aglomerações



Da Redação

Mais uma vez o vereador Luis Costa tem cobrado a Prefeitura de Primavera do Leste em realizar ações concretas de fiscalização que combatam as aglomerações. Segundo o vereador existem muitas festas clandestinas pela cidade, e principalmente nas regiões de sítios e chácaras e os fiscais não tem chegado nestes locais.

“Se for preciso de ajuda, então que o executivo convoque as forças policiais, pois não tem o que fazer. Todos independente da região que estão, em Primavera do Leste ou nos assentamentos que fica em Poxoreú, são atendidos na UPA, então precisamos cuidar mais para que os casos não aumentem”. Aponta Luis Costa

Outra situação mencionada em tribuna pelo legislador é que o número telefônico disponibilizado pela prefeitura para fazer as denúncias de aglomeração, não funciona. De acordo com o vereador as pessoas ligam e ninguém atende.

“É preciso fazer alguma coisa para resolver essa situação, pois quando vocês da fiscalização não atendem, as pessoas ligam para mim, e não tenho o que fazer. Eu denuncio a polícia, mas na maioria das vezes por conta de outros chamados ninguém vai. As pessoas já perderam vidas em festas clandestinas, e não existe essa situação de que pode som alto até as 22h da noite, por causa da lei do silêncio, pois é preciso então cumprir de forma correta com a medição dos decibéis”. Desabafa Luis Costa

O legislador fez menção a vinda do novo promotor que chegou a cidade, o senhor Luciano, ele disse que ainda não o conheceu, mas antecipou as boas vidas, como também agradeceu os trabalhos prestados pelo promotor anterior, o senhor Adriano.

“Precisamos de uma ação mais energética do Ministério Público, já que aqui na Câmara a maioria dos vereadores são base do prefeito, e quem perde é o povo. Precisamos ajuizar algumas ações que muitas vezes são indeferidas, como exemplo da máquina em que eu mostrei que estarei fazendo terraplanagem em uma empresa privada, e a resposta da prefeitura ao MP que foi acatada é de que era uma ação de combate ao mosquito da dengue. Eu espero que os nossos governantes, políticos parem de interferir no trabalho da justiça, espero que a justiça, o Gaeco, o MP possa desenvolver um trabalho sério, imparcial, com autonomia. Continuo dizendo que estou trabalhando para que os órgãos tenham dependência”. Finaliza o vereador.

Parcialidade no julgamento da cassação do mandato                                                           

Ainda em tribuna o vereador Luis Costa afirmou não concordar com a decisão de sua cassação e aponta parcialidade em decisão e reclama que parlamento rejeitou o pedido da Comissão Parlamentar Inquérito (CPI), contra o vereador Elton Baraldi (MDB), mesmo apresentando provas com fotos e vídeos.

“Eu tenho fotos de festas em que está a juíza que julgou meu processo, junto com o prefeito, com deputados, ligados ao prefeito e isso se torna parcial. Eu tenho denunciado situações na vara da infância, pois pessoas que fazem parte dos processos se sentem injustiçadas. Mas essa situação do meu processo é suspeita pois no show live do Gustavo Lima a juíza estava com o seu esposo, prefeito e amigos, todos juntos, e isso se torna suspeito ao julgar o meu processo”. Indaga Luis Costa.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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