Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra - Região

Vereador Luis Costa pede melhorias nas travessias da rodovias BR-070 e MT-130



Um abaixo assinado contendo 480 assinaturas dos moradores dos bairros Pioneiro e Vila Popular foi entregue no gabinete do vereador Luis Costa (PR) no mês de maio pelo senhor Takeo, no documento consta o desejo dos moradores de uma travessia na BR- 070 para avenida São Paulo próximo Mota materiais para construção. A Obra dará acesso principalmente aos alunos da UNIC. No encontro com governador Pedro Taques no dia 14 de junho, o vereador Luis Costa entregou o abaixo assinado e pediu apoio ao governador intervindo junto ao Dnit – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, para construção desta importante obra e pediu ainda melhorias nas travessias da MT-130 rotatória com Avenida Dom Aquino e próximo ao Posto 2000. O governador encaminhará à Sinfra pedindo soluções a travessia da MT-130 e também encaminhará pedido ao superintendência do Dnit para BR 070. Uma cópia do ofício quanto a travessia da BR 070 com assinaturas de todos os vereadores, foi encaminhado por Luis Costa também ao Dnit.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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