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Brasil

A Associação Brasileira dos Caminhoneiros confirma acordo com governo e pede fim da paralisação



A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) confirmou hoje (28) a assinatura do acordo para pôr fim à paralisação dos caminhoneiros autônomos. O governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro, valor referente ao que seria a retirada do PIS/Cofins e da Cide sobre esse combustível. Depois desse período, o preço do diesel será ajustado mensalmente. Além disso, a alíquota da Cide sobre o diesel será zerada até o final do ano.

“A Abcam considera o acordo assinado uma vitória, já que o anterior previa uma redução de apenas 10% por apenas 30 dias. Entretanto, a associação acredita que até dezembro deste ano o governo encontre soluções para que essa redução seja permanente”, informou a associação, em nota.

Ministros que integram o gabinete de crise e representantes da área econômica do governo passaram o dia reunidos, ontem (27), no Palácio do Planalto, para calcular os impactos do acordo, assinado à noite por lideranças dos caminhoneiros autônomos.

“Sendo assim, já que o objetivo foi alcançado, a Abcam pede a todos os caminhoneiros que voltem ao trabalho”, diz a nota da entidade.

Em mensagem, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, pediu que os caminhoneiros voltem satisfeitos e orgulhosos. “Conseguimos parar este país e sermos reconhecidos pela sociedade brasileira e pelo governo. Nossa manifestação foi única, como nunca ocorreu na história. Seremos lembrados como aqueles que não cederam diante das negativas do governo e da pressão dos empresários do setor. Teremos o reconhecimento da nossa profissão, de que nosso trabalho é primordial para o desenvolvimento deste país. Voltem com a sensação de missão cumprida, mas lembrando que a luta não termina aqui”, disse.

Fonte: Agência Brasil



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Polícia

Mulher confessa homicídio do esposo e mistério termina sobre desaparecimento


O delegado Flávio Leonardo, responsável pela investigação do desaparecimento de Edvan Moreira, falou sobre o homicídio e forneceu atualizações cruciais sobre o caso. O que inicialmente parecia um mistério envolvendo o sumiço de Edvan, ganhou novos contornos após intensas diligências e avanços nas investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Edvan Moreira, residente em uma fazenda a aproximadamente 50 km do centro de Canarana, teria saído para cidade no dia 7, conforme relatos iniciais. No entanto, a descoberta da motocicleta da vítima na própria fazenda, em uma área de mata a cerca de 5 km de distância, levantou suspeitas sobre o desaparecimento.

“Localizamos a motocicleta da vítima em uma área de mata próxima à fazenda onde trabalhava. No entanto, estava claramente evidente que ela havia sido deliberadamente jogada em um rio para dificultar sua localização”, explicou o delegado Flavio Leonardo.

A reviravolta no caso ocorreu quando a esposa de Edvan, após ser submetida a uma nova entrevista como parte das investigações, confessou o homicídio. Ela admitiu ter disparado três tiros contra o marido, ocultando seu corpo e a motocicleta em locais distintos, distanciados da fazenda.

“Após a execução do homicídio, a suspeita utilizou uma máquina para transportar a motocicleta de Edvan e seu corpo para locais distantes da propriedade, em uma tentativa de dificultar a descoberta”, acrescentou o delegado.

A colaboração da esposa de Edvan foi fundamental para a identificação do local onde o corpo foi ocultado. As autoridades realizaram uma inspeção no local indicado, que foi confirmado pela Polícia Técnico-Científica como o local do crime.

Além disso, a polícia está investigando a possibilidade de que a suspeita tenha recebido ajuda para ocultar os objetos e o corpo da vítima, dadas as características do local de descarte da motocicleta.

A arma do crime, uma espingarda, foi apreendida pela polícia como parte das evidências. Agora, as autoridades conduzirão exames de DNA para confirmar a identidade do corpo encontrado e prosseguirão com as acusações de ocultação de cadáver e homicídio contra a esposa de Edvan.

O delegado Flávio Leonardo encerrou a coletiva reiterando o compromisso da Polícia Civil em buscar a verdade e garantir que a justiça seja feita para Edvan Moreira e sua família. O caso continua em andamento, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os detalhes e possíveis cúmplices envolvidos nesse trágico desfecho.

Araguaia FM


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