Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 02 de Abril de 2026

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Caminhoneiros fazem 2º dia de protesto em rodovias de MT contra o reajuste dos combustíveis



Dez pontos de protesto são registrados na manhã desta terça-feira (22) no segundo dia de manifestação de caminhoneiros nas rodovias federais de Mato Grosso. O protesto começou na segunda-feira (21) contra o reajuste no preço do combustível anunciado pela Petrobrás.

Há protestos em Cuiabá, Sinop, Primavera do Leste, Campo Verde, Sapezal, Comodoro, Rondonópolis, Nova Mutum e Tangará da Serra.

Veja os locais onde há protestos:

  • Primavera do Leste, BR-070 no km 282
  • Campo Verde, BR-070 no km 383
  • Cuiabá, BR-070 no km 504
  • Cuiabá, BR-364 no km 398
  • Sapezal, BR-364 no km 1.120
  • Sinop, BR-163 no km 821
  • Sinop, BR-163 no km 854
  • Comodoro, BR-174 no km 488
  • Rondonópolis, BR-364 no km 200
  • Nova Mutum, BR-163 no km 593
Também há manifestação na MT-358 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. (Foto: Nayana Bricat/TV Centro América)

Também há manifestação na MT-358 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. (Foto: Nayana Bricat/TV Centro América)

Também há manifestação na MT-358 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, Rota do Oeste, em todos os pontos está liberada a passagem de veículos de passeio, ambulâncias e veículos de carga viva e perecíveis.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Mato Grosso (Sindmat) disse que a paralisação foi convocada pela (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) contra a política de reajuste de combustível da Petrobras, que, segundo a entidade, “é abusiva e prejudica toda a sociedade”.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

Ibama encontra macacos, tucanos, araras e veados em cativeiro ilegal em Mato Grosso


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagrou a Operação Artemis, com o objetivo de combater o tráfico de animais e a comercialização ilegal de fauna no estado de Mato Grosso. Durante a ação, um dos principais alvos foi um empresário que mantinha ilegalmente quase 200 animais exóticos e silvestres de médio e grande porte em sua propriedade. Segundo o órgão, o local operava com autorização de manejo vencida desde 2024.

 

No imóvel, foram identificados 192 animais exóticos, entre cervídeos, emas e emus, mantidos sem autorização válida. Também foram constatadas irregularidades nos registros, com nascimentos e óbitos recentes não informados nos sistemas oficiais. Além disso, os agentes encontraram diversas aves exóticas, como ring neck (espécie de periquito de origem asiática conhecida pelo anel colorido ao redor do pescoço) que não constavam no plantel declarado. Também foram identificados animais silvestres, como macacos-prego, tucanos, araras e veados-campeiros, mantidos sem licença ambiental.

 

Apesar de se apresentar como criador comercial, o responsável não registrou vendas ou transferências nos últimos anos. No entanto, foram localizadas chocadeiras e anotações que indicam reprodução e possível comercialização irregular de animais exóticos e silvestres.

 

A operação também fiscalizou um plantel no município de Alto Araguaia, após indícios de fraudes no Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros (Sispass). No local, foram encontrados 34 pássaros, entre curiós e bicudos, além de diversas irregularidades, como ausência de registro de nascimentos e óbitos e uso de medicamentos vencidos.

 

Três aves da espécie curió foram identificadas em estado crítico, com sinais de maus-tratos e desnutrição. A ação contou com acompanhamento de médica veterinária especializada em fauna silvestre, garantindo a integridade dos animais durante toda a operação.

 

Os animais silvestres resgatados foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Brasília, onde passarão por avaliação clínica, reabilitação e, quando possível, serão devolvidos à natureza. A Operação Artemis reforça a atuação do Ibama no combate ao tráfico de fauna e na proteção da biodiversidade brasileira, coibindo práticas ilegais que colocam em risco espécies nativas e o equilíbrio dos ecossistemas.

 


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