Caminhoneiros fazem 2º dia de protesto em rodovias de MT contra o reajuste dos combustíveis
Dez pontos de protesto são registrados na manhã desta terça-feira (22) no segundo dia de manifestação de caminhoneiros nas rodovias federais de Mato Grosso. O protesto começou na segunda-feira (21) contra o reajuste no preço do combustível anunciado pela Petrobrás.
Há protestos em Cuiabá, Sinop, Primavera do Leste, Campo Verde, Sapezal, Comodoro, Rondonópolis, Nova Mutum e Tangará da Serra.
Veja os locais onde há protestos:
- Primavera do Leste, BR-070 no km 282
- Campo Verde, BR-070 no km 383
- Cuiabá, BR-070 no km 504
- Cuiabá, BR-364 no km 398
- Sapezal, BR-364 no km 1.120
- Sinop, BR-163 no km 821
- Sinop, BR-163 no km 854
- Comodoro, BR-174 no km 488
- Rondonópolis, BR-364 no km 200
- Nova Mutum, BR-163 no km 593
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Também há manifestação na MT-358 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. (Foto: Nayana Bricat/TV Centro América)
Também há manifestação na MT-358 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.
Segundo a concessionária que administra a rodovia, Rota do Oeste, em todos os pontos está liberada a passagem de veículos de passeio, ambulâncias e veículos de carga viva e perecíveis.
Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Mato Grosso (Sindmat) disse que a paralisação foi convocada pela (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) contra a política de reajuste de combustível da Petrobras, que, segundo a entidade, “é abusiva e prejudica toda a sociedade”.
Fonte: G1 Mato Grosso








O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.
Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.
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