Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Primavera do Leste é destaque no Portal de notícias da Globo com reportagem sobre faixas de pedestres 3D



 

Da Redação

Dois grafiteiros pintaram quatro faixas de pedestre em terceira dimensão, nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. O intuito é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade.

O artista Walyson Nogueira, conhecido como Presto Vintetreis, que trabalha há quatro anos com grafite, contou que as faixas foram pintadas no centro da cidade e na Avenida do Lago, no Bairro Jardim Riva. Segundo ele, um motorista chegou a descer do carro para conferir se era uma pintura mesmo.

“Teve um motorista que desceu do carro e bateu com a mão no chão para ter certeza que era apenas uma pintura”, disse.

Presto VinteTreis afirmou que ele e o amigo conhecido pelo nome artístico Babu SeteOito foram contratados pela prefeitura do munícipio para fazer as pinturas. “A prefeitura viu as fotos e gostaram, então contrataram a gente para grafitar as ruas”, contou.

Ele conta que a técnica de ilusão de ótica faz os condutores rezurem a velocidade para verem se conseguem passar pela faixa de pedestre, diminuindo assim o número de acidentes de trânsito.

“Muitos motoristas reduzem a velocidade, porque as faixas ficam como se fossem barras flutuantes na sua frente”, afirmou.

A iniciativa já foi adotada em vários países, com o objetivo de reduzir atropelamentos, como China, Índia, Geórgia e Islândia. A ideia é usar a ilusão de óptica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.

Fonte: G1 Mato Grosso



COMENTÁRIOS

2 Comentários

  1. Parabéns, isso ajudará muito tanto os motorista, principalmente os pedestres. Deus abençoe a iniciativa .

  2. e tão engraçado querer culpar apenas os motoqueiros e os carros. porem muitas das vezes são pedestres que abusam andando em locais indevidos.

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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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