Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 02 de Abril de 2026

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STF aprova reajuste de salário de ministros para 2019



Por 7 votos a 4, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, há pouco, enviar ao Congresso Nacional proposta de aumento dos salários dos ministros da Corte , para 2019. O salário atualmente é de R$ 33,7 mil e o percentual de reajuste, de 16%.

Caso o reajuste seja aprovado no Orçamento da União, que será votado pelo Congresso, o salário dos ministros poderia chegar a R$ 39 mil, valor que provocaria efeito cascata nos salários do funcionalismo – o subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público.

A inclusão, que foi decidida em uma sessão administrativa, é tratada anualmente e deve ser enviada ao Ministério do Planejamento até o dia 31 deste mês para compor o Orçamento dos Três Poderes que será analisado pelo Congresso.

Votaram a favor do aumento os ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, votou contra o reajuste, assim como os ministros Rosa Weber, Edson Fachin e Celso de Mello.

Sessão

Durante a sessão, os ministros Dias Toffoli e Lewandowski ressaltaram que a proposta não terá impacto financeiro nas contas públicas. Segundo os ministros, foram feitos cortes internos nas despesas para bancar os custos. De acordo com o STF, o impacto no orçamento do tribunal é de R$ 2,8 milhões.

Para defender envio da proposta, Lewandowski disse que os salários dos ministros da Corte estão defasados em 50%. O ministro também demonstrou preocupação com o “estado de penúria” dos aposentados e pensionistas do Supremo, que “não conseguem pagar plano de saúde”.

Contra o reajuste, o decano na Corte, Celso de Mello, disse que “fez uma escolha trágica” ao não enviar a proposta do Congresso. Segundo o ministro, a crise fiscal pela qual o país passa não permite o pedido de aumento.

Edição: Nádia Franco e Sabrina Craide/ Agência Brasil 


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política

Leo Bortolin deixa AMM com legado forte e projeção política


Ex-presidente destaca adesão inédita de 100% dos municípios e fortalecimento institucional da entidade_

Leo Bortolin encerrou nesta quarta-feira, 1º de abril, sua gestão à frente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) com um discurso de balanço e projeção. Após 27 meses na presidência, o ex-prefeito de Primavera do Leste transmitiu o cargo ao ex-prefeito de Colíder, Hemerson Máximo, o Maninho, e deixou a entidade com forte capital político e institucional.

A saída ocorre em meio ao movimento de Bortolin para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, consolidando uma transição que combina legado administrativo e articulação política.

Durante sua gestão, a AMM atingiu um marco histórico com a adesão de 100% dos municípios mato-grossenses, ampliando a representatividade da entidade e fortalecendo sua atuação nas principais pautas do municipalismo.

Outro eixo de destaque foi a interiorização das ações por meio do AMM Itinerante, que levou serviços e suporte técnico diretamente às prefeituras, além do fortalecimento da área técnica, com aumento na elaboração de projetos e apoio às gestões municipais.

Bortolin também ampliou o protagonismo da entidade no cenário nacional, com atuação ativa em temas estratégicos como autonomia financeira dos municípios, compensação das perdas do Fethab Diesel, moratória da soja, demarcação de terras indígenas e reforma tributária.

“Fortalecemos a presença dos municípios nos grandes debates e garantimos mais espaço para as demandas locais”, afirmou.

Na área de capacitação, a gestão promoveu cursos, seminários e encontros técnicos que resultaram na qualificação de mais de três mil gestores e servidores municipais, elevando o nível da administração pública em Mato Grosso.

A AMM também avançou na oferta de serviços, gerando economia para os municípios e contribuindo para maior eficiência na gestão pública local.

Ao deixar o cargo, Bortolin agradeceu prefeitos, colaboradores e parceiros e reforçou o compromisso com o municipalismo em sua nova etapa política.

A entidade completa 43 anos em maio e segue com nova gestão, mantendo uma estrutura fortalecida e um legado consolidado de resultados.

 


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