Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 03 de Abril de 2026

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Brasil tem 2.425 casos confirmados de sarampo



Até o dia 22 de outubro, 2.425 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 2 mil no Amazonas e 332 em Roraima. Os dois estados registram ainda um total de 7.674 casos em investigação. De acordo com o Ministério da Saúde, casos isolados da doença foram confirmados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (19), no Rio Grande do Sul (43), em Rondônia (2), em Pernambuco (4), no Pará (17), no Distrito Federal (1) e em Sergipe (4).

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.
Vacina contra o sarampo – Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

O levantamento mostra que, até o momento, 12 mortes por sarampo foram confirmadas no país, incluindo quatro em Roraima (três estrangeiros e um brasileiro), seis no Amazonas (todos brasileiros, sendo três de Manaus, dois do município de Autazes e um do município de Manacapuru) e duas no Pará (indígenas venezuelanos).

Em nota, o ministério informou que, de janeiro a outubro, encaminhou o quantitativo de 13,2 milhões de doses da vacina tríplice viral – que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – para os seguintes estados: Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Sergipe e o Distrito Federal. O objetivo, segundo o ministério, é atender à demanda dos serviços de rotina e a realização de ações de bloqueio, intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos da doença.

Fonte: Agência Brasil



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Opinião - política

Troca de legenda, mesma lógica: Bira muda de partido e recalcula rota para 2026


Charge política.

Por Luis Costa/ Redação

Em Primavera do Leste, a política inova, pelo menos no discurso e na  prática, manual de reposicionamento, onde mudar de partido é menos sobre ideologia e mais sobre encontrar o melhor lugar ao sol.

Bira deixou o PL e desembarcou no Podemos. A justificativa oficial vem carregada de termos nobres: “reorganização”, “maturidade política”, “fortalecimento de grupo”. Tudo muito elegante quase poético , não fosse o fato de que, na prática, trata-se de um movimento clássico de quem decidiu apostar em um campo mais promissor.

Ao sair da base de Wellington Fagundes e se alinhar ao grupo de Max Russi, com conexão direta ao vice-governador Otaviano Pivetta, Bira não apenas mudou de partido. Mudou de eixo de poder. E isso, sim, é o que realmente importa , o resto é narrativa para consumo público.

A nova filiação o posiciona melhor no tabuleiro estadual e, de quebra, mexe no cenário de Primavera, onde disputa espaço com o ex-prefeito Leonardo Bortolin. Com uma legenda mais “leve” como gostam de dizer, tenta ampliar alcance e reduzir resistências. Traduzindo: quer mais voto e menos desgaste, e quem sabe consegue unir muitos primaverenses em torno do projeto com chance de conseguir ter um deputado.

No pacote, entra também o tempero tradicional da política local: fé e articulação caminhando lado a lado. A influência da igreja, representada por lideranças como o pastor Ary Dantas, segue presente, lembrando que, por aqui, espiritualidade e estratégia eleitoral costumam dividir o mesmo púlpito.

Enquanto isso, o apoio do prefeito Sérgio Machnic, em parceria institucional com Max Russi, é apresentado como compromisso com o desenvolvimento e sinal de alinhamento. E é mesmo, alinhamento de grupo que fica ainda mais forte.

Para completar o cenário, Eduardo Botelho deixa o União Brasil e migra para o MDB, garantindo que o tabuleiro continue em movimento suficiente para parecer dinâmico, garantindo quase que uma vaga já no partido, podendo dificultar ainda para Léo.

No fim, a tal “mudança de jogo” existe, mas não exatamente como vendem. O jogo continua o mesmo, o que muda é quem está melhor posicionado nele. E nisso, convenhamos, Bira fez seu movimento no tempo certo.


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