Primavera do Leste / MT - Sábado, 11 de Abril de 2026

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Correios devem entrar de greve e serviços de banco postal serão encerrados



Os trabalhadores dos Correios aprovaram em assembleias realizada nesta semana, estado e indicativo de greve em Mato Grosso. Porém os trabalhadores locais farão nova assembleia nesta terça-feira (19), às 17h30, em frente ao CDD (Centro de Distribuição Domiciliar) da Avenida Goiânia, em Rondonópolis, para decidir se referendam ou não nova greve a partir das 22h.

Dependendo da decisão, os Correios podem amanhecer nesta quarta-feira (20/9) em greve em Rondonópolis e outras cidades de Mato Grosso. A greve deve atingir os atendentes e os trabalhadores operacionais. Segundo o secretário de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso (Sintect-MT), Jonas Oliveira, a greve está sendo articulada em função da perda de uma série de direitos. A categoria é contra ainda a privatização dos Correios.

Mas as noticias não param por ai, os serviços de banco postal oferecidos pelos Correios, serão encerrados a partir de 11 de outubro em Rondonópolis e diversos municípios de Mato Grosso. Nesta comarca a agência Central dos Correios, na Avenida Amazonas, e no Jardim Santa Marta não prestarão nenhum serviço bancário a partir dessa data.

O secretário de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso confirmou que essas duas agências de Rondonópolis estão no lote de localidades com desativação do banco postal. O motivo não foi informado.

Em Mato Grosso, também ficarão sem o banco postal as agências dos municípios de Alto Araguaia, Barra do Garças, Campo Verde, Cuiabá, Dom Aquino, General Carneiro, Jaciara, Juscimeira, Lucas do Rio Verde, Poconé, Primavera do Leste, São José dos Quatro Marcos, Sinop e Várzea Grande.

Fonte: Agoramt



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política

Nova pesquisa Quaest sobre eleição presidencial testa cenário com Lula, Flávio e Caiado


Pesquisa Genial/Quaest vai medir voto, aprovação do governo e impacto do endividamento a seis meses da eleição

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest começa a ser coletada nesta sexta-feira (10) e chega em um momento de maior definição do cenário eleitoral. O levantamento, que será divulgado na próxima quarta-feira (15), deve oferecer uma leitura atualizada da disputa presidencial a cerca de seis meses do pleito.

 

Serão realizadas 2.004 entrevistas presenciais até segunda-feira, com abrangência nacional. Encomendada pelo banco Genial, ao custo de R$ 466 mil, a sondagem é a quarta do instituto em 2026 e a primeira a incluir o governador Ronaldo Caiado como candidato formalizado pelo PSD.

 

A lista de candidatos sondados reúne o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), além de Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Samara Martins (UP) e Cabo Daciolo (Mobiliza). A presença de candidatos de partidos menores amplia o teste de fragmentação do eleitorado.

A metodologia também busca medir o grau de consolidação do voto. O questionário começa investigando se o eleitor já escolheu um candidato e, em caso afirmativo, avalia o nível de firmeza dessa decisão. Na sequência, o entrevistado é estimulado com uma lista de nomes para medir conhecimento e rejeição, além de indicar uma possível segunda opção de voto.

 

O levantamento deve servir como termômetro para três movimentos centrais da disputa. O primeiro é a trajetória da aprovação do governo Lula, que recuou em todas as pesquisas Quaest deste ano. Em março, o instituto apontou 45% de desaprovação, contra 44% de aprovação.

Outro ponto de atenção é o desempenho de Flávio Bolsonaro, que vinha em trajetória de crescimento e alcançou empate técnico com Lula em parte dos cenários testados anteriormente. A nova rodada indicará se esse avanço se sustenta com o cenário mais consolidado.

 

A pesquisa também será a primeira oportunidade de medir o impacto da candidatura de Caiado após sua oficialização. Em levantamentos anteriores, o governador aparecia com desempenho residual, e a nova rodada deve mostrar se houve alteração nesse quadro.

Além da disputa eleitoral, o questionário inclui indicadores econômicos e de percepção social. Entre eles, estão as expectativas em relação à economia e o nível de endividamento das famílias, tema que ganhou centralidade dentro do governo como um dos principais fatores de pressão sobre a popularidade presidencial.

Fonte Veja


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