Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 27 de Abril de 2026

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Acusado de chamar fotógrafa de MT de ‘crioula maldita’ deve manter distância mínima de 500 metros, diz decisão



A Justiça de Mato Grosso concedeu medida protetiva para a fotógrafa Miran Rosa, de 32 anos, vítima de ataque racista e chamada, entre outros xingamentos, de ‘crioula maldita’. A decisão atende a um pedido formulado pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Com a decisão, o acusado de ser o autor do ataque deverá manter distância mínima de 500 metros da vítima e da família dela.

O homem também fica proibido de manter contato com a vítima por meio telefônico, e-mail, mensagens de texto ou qualquer outro meio direto ou indireto.

Mirian registrou boletim de ocorrência na quarta-feira (2), após receber os áudios na terça-feira (1º).

Ao G1, a fotógrafa afirmou que conheceu o autor das mensagens por meio de um grupo de amigos dela, mas não teve nenhum contato com ele depois dessa reunião.

“Ele saiu com uma amiga em comum e sentamos juntos em um bar. Vi que ele ficou incomodado com a minha presença, mas no dia não passou disso”, contou.

As mensagens racistas chegaram até Mirian depois que ela ignorou um áudio da antiga amiga. No áudio, a mulher criticava o cabelo da fotógrafa.

Em seguida, outros áudios do homem foram encaminhados. Neles, ele chama a fotógrafa de escrava e pergunta qual o preço dela no mercado.

Os ataques e ofensas continuram em outras mensagens recebidas.



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Brasil - política

Gilmar vota para soltar advogado do Master e é derrotado no STF


Decano pediu a troca da prisão preventiva de Daniel Monteiro por medidas cautelares e teve voto vencido

A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu manter a prisão preventiva de Daniel Monteiro, advogado no caso Master, contrariando voto do ministro Gilmar Mendes. A votação se deu em plenário virtual do tribunal, com a análise da decisão tendo sido iniciada em 22 de abril de 2026, e terminou com o placar de 3 a 1.

 

A prisão de Monteiro foi autorizada pelo ministro André Mendonça sob a suspeita de ter negociado R$ 146 milhões em propina com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, segundo a PF (Polícia Federal). Desse total, R$ 74 milhões teriam sido efetivamente transferidos.

Fonte Poder 360


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