Primavera do Leste / MT

HOME / NOTÍCIAS

Região

‘Desespero’, diz irmã de advogada que morreu após passar mal em corrida de rua



A irmã da advogada Taíse Bertoncello, de 24 anos, que morreu após passar mal numa corrida de rua, em Cuiabá, no sábado (17), Denise Bertoncello, participou da prova e correu com a irmã. Segundo Denise, as duas iniciaram a prova juntas, mas Taíse acelerou o ritmo e se distanciou dela.

“Ouviu meu nome e comecei a correr para ver o que era. Quando cheguei na ambulância, ela já estava desacordada. Foi desesperador”, contou Denise.

Denise e Taíse participaram da corrida noturna, que tinha um total percurso de 7 km e era realizada nas imediações do Parque das Águas.

Taíse estava próxima do final da corrida, quando passou mal e caiu no chão. O incidente ocorreu a 2 km da chegada.

A suspeita é que a advogada tenha sofrido uma parada cardíaca. O laudo preliminar apontou a causa da morte como indeterminada. O documento com o motivo oficial ainda deve ser elaborado.

Segundo a irmã, Taíse não tinha problemas de saúde e praticava esporte com frequência. “Ela não tinha nenhum problema aparente. Sempre praticou esporte, gostava de correr”, disse.

De acordo os organizadores da prova, a jovem foi atendida por uma equipe de socorro e levada para UPA Morada do Ouro. Taíse, porém, chegou na unidade sem vida.

Fonte: G1 Mato Grosso



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

Antenado News