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Manifestantes protestam contra a corrupção em MT na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula no STF



Os moradores de Tangará da Serra e Sinop, a 242 km e 503 km de Cuiabá, protestaram nesta terça-feira (3) contra a corrupção na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Tangará da Serra, os manifestantes se reuniram na Avenida Brasil, na região central da cidade.

Comerciantes fecharam as portas e aderiram ao ato. Eles carregavam faixas e cartazes e gritava palavras de ordem.

Segundo a organização, duas mil pessoas estiveram presente na manifestação. A Polícia Militar não estimou o público presente.

Em Sinop, os manifestantes alertaram que estão de olho na decisão do STF e se reuniram na região central.

O ato foi organizado pela União das Entidades de Sinop, que representa 25 entidades do município. De acordo com a polícia e com os organizadores, 70 pessoas participaram do ato.

Fonte: G1 Mato Grosso



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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