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Manifestantes do MST fazem 2º dia de bloqueio em rodovia e cobram regularização de área em MT



Manifestantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) fazem o segundo dia de bloqueio desde a madrugada desta sexta-feira (1º) na MT-170, que liga as cidades de Campo Novo do Parecis e Brasnorte, a 397 e 580 km de Cuiabá, respectivamente. O bloqueio começou na quinta-feira (30), onde o MST cobra a regularização de um assentamento onde as famílias moram.

De acordo com a Polícia Militar, os manifestantes permitem a passagem de ambulâncias e carros oficiais. A cada cinco horas a passagem é liberada para caminhões com carga perecível.

No fim da tarde, a fila chegou a 2,5 km somando os dois sentidos da pista. Segundo a PM, com a interdição, o motorista que vai de Campo Novo do Parecis até Brasnorte precisa a percorrer 160 km a mais pelo desvio. A PM está acompanhando o bloqueio.

Conforme a polícia, Manifestantes do MST fazem 2º dia de bloqueio em rodovia e cobram regularização de área em MTse trata de um grupo de famílias que mora em um acampamento às margens da rodovia há 13 anos. Eles cobram a assinatura de um decreto e regularização da área.

Fonte: G1 Mato Grosso



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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