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Buraco de 7 metros “engole” caminhonete em estrada rural



Uma verdadeira cratera com 7 metros de profundidade “engoliu” uma caminhonete modelo S10, em estrada na zona rural na região de Cáceres, a aproximadamente 445km de Rondonópolis. Segundo a Secretaria de Obras de Cáceres, o buraco se formou após excesso de chuvas na região. O motorista e o passageiro que estavam no veículo, conseguiram sair a tempo antes que a caminhonete afundasse completamente.

De acordo com o secretário de Obras, Valdeci Rodrigues, a estrada dá acesso às fazendas e outras propriedades rurais de Cáceres. O caso aconteceu na terça-feira (9), a estrada foi interditada e o buraco deve ser tampado até sexta-feira (12).

“A cratera se formou no meio da estrada depois que a água da chuva cobriu a região. O carro parou, estavam em duas pessoas. A roda da frente caiu e não conseguiram sair. Uma pessoa foi pedir ajuda e a outra ficou no veículo. A caminhonete foi abaixando, abaixando e começou a afundar totalmente”, relatou Valdeci a um veículo de comunicação.

A pessoa que estava na caminhonete conseguiu sair antes que o veículo afundasse totalmente por completo. Fazendeiros e pessoas da região foram chamadas para ajudar na situação. A Defesa Civil e o secretário também foram ao local e tentaram retirar a caminhonete do buraco.

Foi necessário a ajuda de quase 10 pessoas para retirar a caminhonete da cratera. O motorista e o passageiro são moradores de Mirassol D’Oeste, e estavam a trabalho nas fazendas da região.

A expectativa é que o buraco seja tolamente  tampado entre esta quinta e sexta-feira.

Fonte: AgoraMT



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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