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Hospital em MT é esvaziado às pressas durante incêndio e é parcialmente interditado



Um hospital particular de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, foi esvaziado, na noite de segunda-feira (12), e está parcialmente interditado, após um incêndio. Os pacientes foram retirados às pressase a maior parte deles, crianças. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o incêndio, que durou pouco mais de uma hora, começou com um curto circuito no ar-condicionado da sala de esterilização.

“Como tinha alguns materiais inflamáveis, o fogo se espalhou, mas conseguimos contê-lo antes que chegasse a outras alas do hospital”, disse o sargento Wilson de Oliveira.

Bombeiros e Polícia Militar orientaram que pacientes e familiares saíssem do local por causa da fumaça.

Bebês que estavam em incubadoras foram levados para uma clínica anexa ao hospital, onde funciona uma maternidade.

Os pacientes com menos gravidade esperaram na rua mesmo, do lado de fora do hospital, até que o fogo fosse controlado.

Depois que os bombeiros apagaram o fogo e a fumaça cessou, os pacientes foram levados de volta para o hospital.

O atendimento já foi retomado, mas o segundo andar do hospital está interditado.



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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