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Primavera do Leste será contemplada com Clínica de Hemodiálise



Da Redação

50 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) de Primavera e região, a partir da segunda quinzena de janeiro poderão fazer o tratamento de hemodiálise em Primavera do Leste. A iniciativa é uma parceira entre o poder público e privado.

Segundo a secretária de saúde do município, Laura Leandra Portela Queiroz, uma clínica particular da cidade, que construiu toda a estrutura e está agora passando pelo processo de credenciamento junto aos órgãos competentes. O atendimento é de média e alta complexidade e no momento todos os pacientes de Primavera do Leste e região precisam ir até Rondonópolis ou Cuiabá para fazer o tratamento, mas com a clínica na cidade, essa realidade será diferente.

A manutenção da clínica de hemodiálise será em parceria com o Governo de Estado que entrará com R$ 150 mil reais por mês e o município mais R$ 50 mil. No dia 4 de dezembro o Governador do Estado, Pedro Taques, vem a Primavera do Leste para assinar os documentos necessários para formalizar a parceria.

“Quando o prefeito Leo pensou em buscar a parceria com a iniciativa privada, foi para garantir mais qualidade de vida aos pacientes. Sendo assim, os pacientes terão mais conforto e comodidade. Hoje um paciente de hemodiálise precisa do tratamento três vezes por semana, e com a clínica na cidade, não precisará passar tantas horas na estrada e não terá tanto desgaste físico e emocional. A clínica é um avanço para nós da saúde, e estou muito contente com mais essa conquista”. Finaliza a secretária.



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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