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Prefeitura abre processo seletivo com 41 vagas em Juara (MT)



Prefeitura de Juara — Foto: Prefeitura de Juara/Assessoria

Prefeitura de Juara — Foto: Prefeitura de Juara/Assessoria

Os salários variam entre R$ 1 mil e R$ 2.762,26.

O processo seletivo é voltado para candidatos na área da educação, como apoio administrativo, professor e técnico administrativo.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, as inscrições podem ser feitas pelo site da organizadora do processo seletivo até o dia 18 de dezembro.

A taxa de inscrição é de R$ 50 (nível fundamental), R$ 60 (médio) e R$ 70 (superior).

A prova escrita objetiva para os cargos será aplicada no dia 13 de janeiro de 2019.

Fonte: G1 Mato Grosso



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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