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Indígenas bloqueiam rodovias em MT e cobram pedágio de até R$ 100, diz PRF



Indígenas fazem bloqueios desde a madrugada desta quinta-feira (19) ao longo da BR-070 em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), são 15 pontos de bloqueio e pedágio na rodovia, que são montados e desmontados simultaneamente.

Segundo a PRF, os indígenas, em ‘comemoração’ ao Dia do Índio, lembrado nesta quinta-feira, cobram pedágios que variam entre R$ 30, R$ 50 e até R$ 100. Alguns deles são da etnia xavante.

Policiais rodoviários também receberam ligações de motoristas sobre pedágios em Sapezal e Comodoro, a 473 km de Cuiabá e 677 km da capital. Não há registro de problemas ou confrontos por causa dos pedágios.

Os índios, conforme a PRF, desmontam os bloqueios assim que percebem a chegada dos policiais rodoviários.

Em Mato Grosso é comum, nesta data, os indígenas bloquearem as rodovias durante todo o dia em ‘comemoração’ ao dia deles.

Fonte: G1 Mato Grosso



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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