Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Pastoral da AIDS Regional Oeste 2, realizou a 1º Sensibilização e formação em Diamantino-MT



Com o objetivo de formar novos agentes pastorais e difundir o trabalho evangelizador e social a Pastoral da AIDS Regional Oeste 2, realizou no último sábado (07), a  1º   Sensibilização e Formação em Diamantino – MT.

Vários temas foram abordados durante o seminário, entre eles, a missão da pastoral e o compromisso que a pastoral tem, em evangelizar homens e mulheres, atenta às necessidades das pessoas que vivem com HIV, trabalhando na prevenção e contribuindo na contenção da epidemia, envolvendo todos os cristãos na luta contra a AIDS.

“A Igreja assume o serviço de prevenção ao HIV e assistência a soropositivos e, sem preconceitos, acolhe, acompanha e defende os direitos daqueles e daquelas que foram infectadas pelo vírus da AIDS. Também realiza um trabalho de prevenção pela conscientização dos valores cristãos, com base no evangelho de Jesus Cristo, sendo presença misericordiosa e promovendo a vida como bem maior” (Diretrizes Gerais da CNBB, nº123).

O padre Reinaldo Braga Júnior, participou do encontro e ressaltou que a Pastoral da AIDS é uma pastoral em saída, que vai ao encontro do outro, vai aonde muitos não vão. “Jesus ensinou compaixão, atitude de presença ativa e consoladora de quem aceita compartilhar a dor de quem sofre e ajuda a superá-la, quando é possível”.

A frente da Pastoral como coordenadora da Regional Oeste 2, Maviane Damitz, que também compartilhou sua experiência e vivência na pastoral, afirmou que os agentes da pastoral precisam de sensibilidade para perceber aonde a dor está mais intensa e assim encontrar a melhor resposta. “Todos somos importantes na luta contra a AIDS. Por isso, leve informação, oriente a população onde você mora, execute ações de incentivo ao diagnóstico precoce, faça parte ativa neste trabalho, seja um agente comprometido com as ações da pastoral da AIDS”.

A coordenadora Diocesana de Primavera do Leste/Paranatinga, Doris Martins, disse que esta formação foi importante por alcançar cinco foranias, sendo que as dioceses mandaram até quatro participantes. “Existiam pessoas que já trabalham com a prevenção da AIDS no CTA, mas não tinham preparo e não sabiam como abordar o paciente de forma cristã, então eles viam o lado profissional e não viam o lado da igreja, então foi de extrema importância essa formação”.

O Seminário encerrou as atividades com uma agenda Diocesana com os próximos trabalhos a serem desenvolvidos em cada paróquia de seus respectivos municípios. Com isso a Pastoral da AIDS avança no Regional Oeste 2, com o seu comprometimento, formação, ação e evangelização .

Participaram do seminário, leigos e leigas das Dioceses de Primavera do Leste/ Paranatinga, de São Luiz de Cáceres, de Diamantino, de Rondonópolis/Guiratinga, de Juína e da Arquidiocese de Cuiabá.

A articulação do seminário foi engajada pela coordenadora diocesana de Diamantino, Elisete Diniz, com o apoio do Bispo assessor da Pastoral da AIDS no Regional Oeste 2, Dom Vital Chitolina.

O evento teve a presença do prefeito de Diamantino, Eduardo Capistrano que reiterou a importância dessa Pastoral na luta contra a AIDS e o preconceito. Também o médico Reinaldo de Almeida Júnior, do SAE/CTA, que esteve presente falando sobre AIDS e religião.

Mais de 60 pessoas se tornaram novos agentes pastorais, sendo de inúmeras paróquias, entre elas de: Arenópolis, São José de Alto Araguaia, Nossa Senhora Mãe dos Homens, de São Sebastião, Também de Nossa Senhora de Fátima do município de Nova Brasilândia. Representantes da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS, do Conselho Tutelar, do Conselho Municipal de Saúde, da Secretaria de Estado de Ciência, Inovação e Tecnologia (SECITEC), e assentados de Deciolândia.

Fonte: Pastoral da AIDS Regional Oeste 2 / Pascom Diocese de Primavera do Leste/Paranatinga



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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