Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 19 de Maio de 2026

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Bebê de 1 ano morre após se afogar em piscina dentro de casa



Um bebê de um ano e cinco meses de idade morreu nesta segunda-feira (30) após se afogar na piscina de uma casa durante uma confraternização de família no Bairro Quilombo, em Cuiabá.

De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a morte do bebê foi constatada no Pronto Socorro de Cuiabá (PSMC) no início da tarde. O G1 não conseguiu contato com os familiares da vítima.

O caso ocorreu logo após o almoço, na casa de um tio do bebê. Segundo a Polícia Civil, os pais notaram que o filho havia desaparecido e passaram a procurá-lo. O pai foi quem encontrou o bebê caído na piscina da casa e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe do Samu tentou, mas não conseguiu reanimar o bebê. O menino foi levado para o Pronto Socorro, onde a morte foi confirmada por volta das 13h30.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

‘QUEM SOFRE, SOFRE CALADO’ ‘Agressor não tem cara’, alerta delegado sobre crimes sexuais contra menores


Como forma de alertar a população para os crimes sexuais que têm crianças e adolescentes como vítimas, o delegado Ramiro Queiroz, da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), apontou que “o agressor não tem cara”.

 

“Todos nós temos a cara do agressor. Hoje eu prendi um pai, ele tinha acabado de chegar do trabalho [trabalhava de noite]. Para a sociedade, ele é um trabalhador”, disse o delegado.

 

O preso é um dos 18 alvos da Operação Marco Zero, deflagrada nesta segunda-feira (18), que tem como objetivo combater o crime de estupro de vulnerável em Mato Grosso.

 

Conforme a polícia, 16 alvos estão na Baixada Cuiabana e outros dois entre Pernambuco e Mato Grosso do Sul. O delegado expressou ainda a tristeza de ter que falar sobre um crime tão bárbaro contra uma criança que deveria ser protegida pelo pai.

 

Na verdade, ele era um agressor que, além de bater na filha de oito anos, a amarrava com o cinto e cometia os abusos.

 

“Não entra na minha cabeça uma atitude dessas, um pai ter esse tipo de conduta, pois é ele que teria que proteger e dar segurança para essa criança se tornar um adulto capaz sem nenhum tipo de trauma. Eu me pergunto como está a cabeça dessa menina agora”, lamentou.

 

“Esse crime é cometido entre quatro paredes, quase ninguém testemunha. E, quem sofre, sofre calado. Por isso, é importante observar nossas crianças, se mudam de comportamento, de conduta”, ressaltou o delegado.

 

As investigações reuniram elementos robustos que subsidiaram os pedidos de prisão preventiva ao Poder Judiciário, demonstrando a gravidade dos crimes apurados e a necessidade de resguardar as vítimas, bem como garantir a aplicação da lei penal.

 

“O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, destacou o delegado.

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