Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 16 de Abril de 2026

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Cadela farejadora encontra maconha coberta por pó de café em bagagem de passageira



Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Uma passageira foi presa com 11 kg de maconha ao ser abordado por policiais federais e rodoviários nessa segunda-feira (20) na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea.

Dea participava de abordagens a ônibus e veículos de passeio na rodovia. Ela e outro cão farejador da PF, Tommi, indicaram duas bagagens sob o assento de uma passageira de um ônibus que fazia a linha entre Londrina (PR) e Cuiabá.

Nas mochilas foram identificados vários tabletes de maconha, totalizando 11,2 kg, que estavam cobertos em pó de café, além de envoltos em roupas embebidas com o produto, no intuito de enganar o trabalho dos cães.

Em entrevista, a passageira autuada em flagrante, informou que receberia dinheiro pelo transporte da droga de Campo Grande (MS) para Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde o entorpecente seria revendido.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Operação Energia Limpa já resultou em 70 prisões por furto de energia


Ação conjunta mira responsáveis por ligações clandestinas e prejuízos à rede elétrica

A Operação Energia Limpa, realizada em Mato Grosso com atuação integrada entre concessionária de energia e forças de segurança, já resultou em 70 prisões desde o início do ano por envolvimento com furto de energia elétrica.

Entre os detidos, estão sete chamados “gateiros”, responsáveis pela execução técnica das ligações clandestinas em imóveis residenciais, comerciais e industriais.

Um dos casos recentes ocorreu em Cuiabá, onde um suspeito foi preso em flagrante enquanto realizava a fraude em um estabelecimento comercial, evidenciando a atuação desse tipo de crime em diferentes segmentos.

De acordo com as equipes envolvidas, a prisão de um único executor pode interromper diversas fraudes simultaneamente, já que esses indivíduos costumam atuar instalando irregularidades para vários consumidores.

As operações, realizadas de forma contínua no estado, têm como foco desarticular toda a cadeia do furto de energia, atingindo tanto quem realiza as ligações clandestinas quanto quem se beneficia delas.

Além do prejuízo financeiro, as fraudes representam risco direto à segurança, podendo provocar sobrecarga na rede elétrica, curto-circuitos, incêndios e oscilações no fornecimento de energia.

O furto de energia é considerado crime e pode resultar em pena de até quatro anos de reclusão, conforme previsto no Código Penal.

A população pode colaborar com as ações por meio de denúncias anônimas, que auxiliam na identificação de irregularidades e no combate a esse tipo de prática.


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