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Cadela farejadora encontra maconha coberta por pó de café em bagagem de passageira



Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Uma passageira foi presa com 11 kg de maconha ao ser abordado por policiais federais e rodoviários nessa segunda-feira (20) na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea.

Dea participava de abordagens a ônibus e veículos de passeio na rodovia. Ela e outro cão farejador da PF, Tommi, indicaram duas bagagens sob o assento de uma passageira de um ônibus que fazia a linha entre Londrina (PR) e Cuiabá.

Nas mochilas foram identificados vários tabletes de maconha, totalizando 11,2 kg, que estavam cobertos em pó de café, além de envoltos em roupas embebidas com o produto, no intuito de enganar o trabalho dos cães.

Em entrevista, a passageira autuada em flagrante, informou que receberia dinheiro pelo transporte da droga de Campo Grande (MS) para Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde o entorpecente seria revendido.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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