Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 12 de Maio de 2026

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Com 5 incêndios florestais em andamento, MT pode estender período proibitivo de queimadas



O período proibitivo de queimadas na zona rural, que teve início no dia 15 de julho e tem previsão de encerramento no próximo dia 30, poderá ser estendido por até um mês pelo governo estadual diante do longo período de estiagem e do número de ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros.

Atualmente, Mato Grosso tem cinco incêndios florestais em andamento em unidades de conservação. Entre as áreas que ainda queimam estão o Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá; a Reserva Particular do Patrimônio Natural do Sesc Pantanal, em Barão de Melgaço, a 121 km da capital; e a Área de Preservação Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá, na capital.

De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais, tenente-coronel Paulo Barroso, a estiagem prejudica o trabalho do Corpo de Bombeiros.

“Nesse período longo de estiagem, a umidade gira em torno de 20% e 30%. Isso potencializa a severidade dos incêndios florestais, dificultando o combate, o controle e a extinção dos incêndios”, disse.

Este ano, Mato Grosso registou aumento de 5,67% no número de incêndios florestais, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Porém, se comparado com os outros nove estados que integram a Amazônia Legal, o estado tem queimado menos este ano.

Segundo o tenente-coronel Barroso, de julho até o dia 10 de setembro, os bombeiros foram acionados para apagar 1.680 queimadas florestais, mas, por falta de equipe, conseguiu atender apenas 582 chamados.

 Diante desse cenário e dependendo das condições do tempo, o vice-governador e secretário estadual de Meio Ambiente (Sema), Carlos Fávaro (PSD), disse que poderá estender o período proibitivo na zona rural até o dia 30 de outubro. Vale ressaltar, porém, que na zona urbana as queimadas são proibidas o ano todo.


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Polícia

Investigador acusado de matar PM em Cuiabá enfrenta júri popular


Começa às 9h desta terça-feira (12) a sessão do Tribunal do Júri no caso do investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar o policial militar Thiago de Souza Ruiz em uma conveniência na Praça do Choppão, em Cuiabá, em abril de 2023. A sessão é presidida pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal da Capital.

A denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), recebida pelo magistrado, aponta homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. O crime chocou a população devido à participação direta de dois agentes da segurança pública do estado.

O homicídio ocorreu durante a madrugada, quando Thiago chegou ao estabelecimento com um amigo. Na sequência, chegou ao local o investigador Mário Wilson, que foi apresentado ao PM. Os dois chegaram a interagir e conversar antes do crime.

 

Em determinado momento, o PM mostra a arma que trazia na cintura. O investigador alegou na época que não acreditou que a vítima fosse realmente um policial militar. Imagens de câmera de segurança mostraram o momento em que Márico Wilson toma o revólver da vítima e efetua os disparos O PM morreu na hora.

 

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