Manifestantes do MST fazem 2º dia de bloqueio em rodovia e cobram regularização de área em MT
Manifestantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) fazem o segundo dia de bloqueio desde a madrugada desta sexta-feira (1º) na MT-170, que liga as cidades de Campo Novo do Parecis e Brasnorte, a 397 e 580 km de Cuiabá, respectivamente. O bloqueio começou na quinta-feira (30), onde o MST cobra a regularização de um assentamento onde as famílias moram.
De acordo com a Polícia Militar, os manifestantes permitem a passagem de ambulâncias e carros oficiais. A cada cinco horas a passagem é liberada para caminhões com carga perecível.
No fim da tarde, a fila chegou a 2,5 km somando os dois sentidos da pista. Segundo a PM, com a interdição, o motorista que vai de Campo Novo do Parecis até Brasnorte precisa a percorrer 160 km a mais pelo desvio. A PM está acompanhando o bloqueio.
Conforme a polícia, Manifestantes do MST fazem 2º dia de bloqueio em rodovia e cobram regularização de área em MTse trata de um grupo de famílias que mora em um acampamento às margens da rodovia há 13 anos. Eles cobram a assinatura de um decreto e regularização da área.
Fonte: G1 Mato Grosso








O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.
Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.
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