Primavera do Leste / MT - Domingo, 05 de Abril de 2026

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Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida



Um motociclista morreu na noite dessa segunda-feira (9) após um acidente na Avenida Arquimedes Pereira Lima (conhecida como Estrada do Moinho), em Cuiabá.

Segundo a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), o acidente matou Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos.

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos, que morreu no local (Foto: Deletran)

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos, que morreu no local (Foto: Deletran)

O acidente ocorreu às 19h30 na região do Bairro Altos do Coxipó. A batida envolveu um Sandero. O veículo era conduzido por Rafael Silva. O acidente ocorreu no sentido Bairro Tijucal/Centro de Cuiabá.

Ronaldo Alves de Souza (Foto: Deletran Cuiabá)

Ronaldo Alves de Souza (Foto: Deletran Cuiabá)

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos. O motociclista teve uma perna amputada no acidente e morreu no local. O automóvel capotou várias vezes. Equipes dos bombeiros e médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local, mas constataram a morte da vítima.

Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida de Cuiabá (Foto: Deletran)

Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida de Cuiabá (Foto: Deletran)

O motorista do carro foi submetido ao teste do bafômetro, que não apontou nenhum teor de álcool no sangue.

Rafael disse em entrevista à TV Centro América que o motociclista teria mudado de pista passando por cima do canteiro. Ele afirmou que não conseguiu frear e bateu o carro, capotando várias vezes em seguida.

A versão do motorista será apurada pela Deletran.

Fonte: G1 Mato Grosso



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A Palavra - Opinião

📰 Crônica: A cassação que parou na recepção


Em Primavera do Leste, a política resolveu inovar. Não é mais preciso enfrentar plenário, debate ou voto. Agora, certos assuntos já são resolvidos ali mesmo, na recepção.

 

O pedido de cassação contra o vereador Sargento Telles sequer chegou a “dar bom dia” no plenário. Foi barrado antes, com toda a elegância que os procedimentos técnicos permitem.

 

Segundo a versão oficial, faltou “autorização adequada” para a denúncia. Curioso. Porque, para alguns, a lei parece permitir que até o eleitor participe. Para outros, nem tanto. Vai entender, o Direito, às vezes, é quase uma obra de arte contemporânea: cada um enxerga o que quer.

 

Enquanto isso, o conteúdo da denúncia ficou intacto. Intocado. Intocável. Uma espécie de segredo que ninguém quis abrir — talvez por zelo institucional, talvez por excesso de prudência.

 

E sob a condução do presidente da Câmara, Marco Aurélio, tudo seguiu com tranquilidade exemplar. Sem ruído, sem desgaste, sem aquele incômodo chamado “debate público”.

 

Eficiência é isso.

 

Resolve-se rápido, evita-se constrangimento e, de quebra, mantém-se a harmonia entre os pares. Afinal, política também é sobre convivência.

 

Agora, claro, tudo dentro das regras. Ou pelo menos dentro de uma leitura bastante conveniente delas.

 

No fim, Primavera do Leste dá mais um passo à frente na inovação institucional: criou-se o julgamento sem julgamento.

 

E fica aquela dúvida que ninguém responde, mas todo mundo entende:

 

Foi rigor técnico… ou apenas uma solução elegante para um problema inconveniente?

 

Mas veja, é só uma crônica.

 

 

 


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