Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

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Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida



Um motociclista morreu na noite dessa segunda-feira (9) após um acidente na Avenida Arquimedes Pereira Lima (conhecida como Estrada do Moinho), em Cuiabá.

Segundo a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), o acidente matou Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos.

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos, que morreu no local (Foto: Deletran)

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos, que morreu no local (Foto: Deletran)

O acidente ocorreu às 19h30 na região do Bairro Altos do Coxipó. A batida envolveu um Sandero. O veículo era conduzido por Rafael Silva. O acidente ocorreu no sentido Bairro Tijucal/Centro de Cuiabá.

Ronaldo Alves de Souza (Foto: Deletran Cuiabá)

Ronaldo Alves de Souza (Foto: Deletran Cuiabá)

O carro colidiu a moto, modelo Fan, conduzida por Ronaldo Alves de Souza, de 38 anos. O motociclista teve uma perna amputada no acidente e morreu no local. O automóvel capotou várias vezes. Equipes dos bombeiros e médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local, mas constataram a morte da vítima.

Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida de Cuiabá (Foto: Deletran)

Motociclista morre ao ser atingido por carro e veículo capota em avenida de Cuiabá (Foto: Deletran)

O motorista do carro foi submetido ao teste do bafômetro, que não apontou nenhum teor de álcool no sangue.

Rafael disse em entrevista à TV Centro América que o motociclista teria mudado de pista passando por cima do canteiro. Ele afirmou que não conseguiu frear e bateu o carro, capotando várias vezes em seguida.

A versão do motorista será apurada pela Deletran.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


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