Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 20 de Maio de 2026

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Pastoral da AIDS Regional Oeste 2, realiza a I Sensibilização e Formação para Agentes da Pastoral da AIDS na Diocese de Diamantino



Com o objetivo de sensibilizar os cristãos para se tornarem agentes multiplicadores de solidariedade a Pastoral da AIDS do Regional Oeste 2, realiza em Diamantino – MT, no dia 7 de Julho a I Sensibilização e Formação para Agentes da Pastoral da AIDS em 2018.

O convite para participar do encontro de formação se estende a todas as paróquias das dioceses pertencentes à Regional Oeste 2, especialmente da Diocese de Diamantino.  Além dos agentes pastorais que já estão na pastoral, o convite também é para as pessoas que ainda não estão integradas a pastoral e querem ser missionárias, independente de sua religião.

A missão da Pastoral da AIDS é evangelizar homens e mulheres, atenta às necessidades das pessoas que vivem com HIV, trabalhar na prevenção e contribuir com a sociedade na contenção da epidemia, envolvendo todos os cristãos na luta contra a AIDS.

“A Igreja assume o serviço de prevenção ao HIV e assistência a soropositivos e, sem preconceitos, acolhe, acompanha e defende os direitos daqueles e daquelas que foram infectadas pelo vírus da AIDS. Também realiza um trabalho de prevenção pela conscientização dos valores cristãos, com base no evangelho de Jesus Cristo, sendo presença misericordiosa e promovendo a vida como bem maior” (Diretrizes Gerais da CNBB, nº123).

A Pastoral da AIDS segue a organização da Igreja do Brasil, com regionais, dioceses, paróquias e comunidades. É composta por agentes capacitados e por equipes de coordenação que vão implementando o serviço de informação e assistência na base.

“Contemplando o nosso plano Diocesano de Pastoral, uma igreja em estado permanente de missão, assim, desejamos com estes conhecimentos nos aproximar mais das pessoas em nossa diocese de Diamantino, no compromisso solidário”.  Bispo assessor Regional da Pastoral da AIDS em Mato Grosso, Dom Vital Chitolina.

O cristão é chamado a ver naqueles que sofrem o próprio rosto de Jesus: “Eu estava doente e vocês me visitaram!” (Mt:25).

Quer participar deste trabalho evangelizador e missionário? Basta entrar em contato com a Elisete, que é coordenadora Diocesana de Diamantino pelo telefone (65) 9 9906-653. Venha fazer parte deste desejo maior que é defender a vida.

Fonte: Pastoral da AIDS Regional Oeste 2/ Pascom Diocese de Primavera do Leste/Paranatinga



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Polícia - política

Prefeito é preso em Brasília na marcha dos prefeitos


Prefeito de Piçarras é investigado pelo MP em denúncia de corrupção em obra pública

Prefeito de Balneário Piçarras foi preso em Brasília nesta terça, durante operação do Gaeco (foto: Divulgação MPSC)

O prefeito de Balneário Piçarras, Tiago Baltt (MDB), foi preso por volta das 6h de terça-feira, em Brasília, onde participava da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento começou na segunda e segue até quinta, reunindo prefeitos de todo o país. Organizada pela Confederação Nacional de Municípios, a programação acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil, na capital federal. Baltt foi detido no hotel, antes de seguir pro segundo dia do encontro.

A prisão faz parte da Operação Regalo, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). O ex-prefeito de São João Batista, Pedro Alfredo Ramos (MDB), o Pedroca, também é investigado no esquema, mas não foi preso.

As investigações começaram em 2024 e são conduzidas pelo Grupo Especial Anticorrupção (Geac) de Itajaí. Os procedimentos apuram crimes funcionais praticados por prefeitos e outros agentes públicos.

Segundo o Ministério Público, esta fase da investigação quer aprofundar a coleta de provas sobre contratos de obras e urbanização da orla norte de Piçarras, além de outros contratos firmados no município e em São João Batista.

A suspeita é de atuação conjunta entre grupo político e grupo empresarial em um esquema estruturado de corrupção, com divisão de tarefas entre núcleo empresarial e político-administrativo. Conforme a investigação, havia pagamento de propina equivalente a 3% dos contratos públicos ligados à prefeitura de Piçarras e valores variados em contratos de São João Batista.

Só em Piçarras, as vantagens indevidas obtidas pelos investigados com pagamento de propina chegam a cerca de R$ 485,9 mil, valor que, segundo o MP, teria sido bancado pelos cofres públicos. As investigações também apontam indícios de que integrantes da organização criminosa continuavam agindo de forma “ardilosa e sorrateira”, com pagamento de propinas custeadas por meio de suposto superfaturamento de obras públicas em municípios do litoral norte catarinense.

Atendendo pedido do Ministério Público, a Justiça determinou o sequestro dos valores apontados como propina. Segundo os investigadores, os recursos pagos pelo núcleo empresarial ao núcleo político têm origem ilícita e deverão ser devolvidos aos cofres públicos.

Foram cumpridas seis ordens de prisão preventiva e 37 mandados de busca e apreensão em casas, empresas e órgãos públicos de Timbó, Biguaçu, Balneário Piçarras, São João Batista, Tijucas, Indaial, Itapema, Itajaí, Porto Belo, Bombinhas e Colíder, no Mato Grosso.

Além do prefeito, empresários suspeitos de manter as práticas ilícitas também foram presos preventivamente. Houve ainda cumprimento de mandados contra servidores, ex-servidores e agentes políticos investigados. Os materiais apreendidos durante as diligências serão analisados pelo Geac com apoio do Gaeco. O objetivo é identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a possível rede criminosa.

Em nota, a Prefeitura de Piçarras informou que as equipes técnicas da administração municipal acompanharam a coleta de documentos de investigação do MP. “Administração Municipal adotou uma postura de total colaboração com a operação e com os órgãos responsáveis pela investigação”, informou a prefeitura.

No fim desta tarde, o vice-prefeito Fabiano José Alves (UB) tomou posse como prefeito em exercício, no lugar de Baltt.

Operação Regalo

Segundo o Gaeco, o nome da operação faz referência ao termo “regalo”, que significa mimo, presente ou agrado. No contexto da investigação, a palavra foi usada para identificar as propinas ajustadas entre empresários e agentes políticos.

Fonte: Dioarinho Franciele Marcon


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