Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Pastoral da AIDS Regional Oeste 2, realiza a I Sensibilização e Formação para Agentes da Pastoral da AIDS na Diocese de Diamantino



Com o objetivo de sensibilizar os cristãos para se tornarem agentes multiplicadores de solidariedade a Pastoral da AIDS do Regional Oeste 2, realiza em Diamantino – MT, no dia 7 de Julho a I Sensibilização e Formação para Agentes da Pastoral da AIDS em 2018.

O convite para participar do encontro de formação se estende a todas as paróquias das dioceses pertencentes à Regional Oeste 2, especialmente da Diocese de Diamantino.  Além dos agentes pastorais que já estão na pastoral, o convite também é para as pessoas que ainda não estão integradas a pastoral e querem ser missionárias, independente de sua religião.

A missão da Pastoral da AIDS é evangelizar homens e mulheres, atenta às necessidades das pessoas que vivem com HIV, trabalhar na prevenção e contribuir com a sociedade na contenção da epidemia, envolvendo todos os cristãos na luta contra a AIDS.

“A Igreja assume o serviço de prevenção ao HIV e assistência a soropositivos e, sem preconceitos, acolhe, acompanha e defende os direitos daqueles e daquelas que foram infectadas pelo vírus da AIDS. Também realiza um trabalho de prevenção pela conscientização dos valores cristãos, com base no evangelho de Jesus Cristo, sendo presença misericordiosa e promovendo a vida como bem maior” (Diretrizes Gerais da CNBB, nº123).

A Pastoral da AIDS segue a organização da Igreja do Brasil, com regionais, dioceses, paróquias e comunidades. É composta por agentes capacitados e por equipes de coordenação que vão implementando o serviço de informação e assistência na base.

“Contemplando o nosso plano Diocesano de Pastoral, uma igreja em estado permanente de missão, assim, desejamos com estes conhecimentos nos aproximar mais das pessoas em nossa diocese de Diamantino, no compromisso solidário”.  Bispo assessor Regional da Pastoral da AIDS em Mato Grosso, Dom Vital Chitolina.

O cristão é chamado a ver naqueles que sofrem o próprio rosto de Jesus: “Eu estava doente e vocês me visitaram!” (Mt:25).

Quer participar deste trabalho evangelizador e missionário? Basta entrar em contato com a Elisete, que é coordenadora Diocesana de Diamantino pelo telefone (65) 9 9906-653. Venha fazer parte deste desejo maior que é defender a vida.

Fonte: Pastoral da AIDS Regional Oeste 2/ Pascom Diocese de Primavera do Leste/Paranatinga



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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