Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Por ponto facultativo, governo de MT pretende cumprir meta de vacinação contra gripe nesta 5ª



O governo de Mato Grosso pretende atingir a meta de 90% da cobertura da campanha de vacinação contra a gripe nesta quinta-feira (21). A campanha nacional termina na próxima sexta-feira (22), entretanto, o estado decretou ponto facultativo em função do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo.

De acordo com um boletim divulgada na terça-feira (19), pouco mais de 88% da população foi imunizada.

Ao todo, 587.449 mil pessoas foram vacinadas. A meta do estado é vacinar 666.364 mato-grossenses.

No estado, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o índice de cobertura ainda está baixo: crianças de seis meses até cinco anos e gestantes.

Os municípios que precisam intensificar a vacinação são: Rondolândia; Santa Terezinha; Jauru; Terra Nova do Norte; Cáceres; Chapada dos Guimarães; Santo Antônio de Leverger; Castanheira e Planalto da Serra; Nova Olímpia, Alto Paraguai, Colniza, Cotriguaçu, Curvelândia, Castanheira e Vale de São Domingos.

Dos 141 municípios, 53% já ultrapassaram a meta de 90% de cobertura. Outros 38% estão com índice entre 70% e 90%.

Já os municípios de: Colniza, Rondolândia, Cotriguaçu, Curvelândia, Denise, Jauru, Nova Canaã do Norte, Peixoto de Azevedo, Santo Antônio do Leste, Santo Antônio do Leverger, Alto Paraguai e Cáceres, estão com cobertura menor que 70%.

Quem faz parte do grupo prioritário e não conseguir se vacinar até o fim da campanha, pode procurar os postos de saúde a partir da próxima segunda-feira (25).

Segundo o governo, enquanto houver doses disponíveis a continuação desse grupo continuará.

Fazem parte desse grupo prioritário que deve ser vacinado idosos acima de 60 anos, grávidas e as mães que tiveram o bebê em até 45 dias, além de funcionários do sistema prisional, detentos, professores, pessoas com doenças crônicas e crianças, com idades entre seis meses e cinco anos.

Mortes pela doença

Mato Grosso registrou 11 mortes por gripe influenza confirmadas, apenas este ano. E, de acordo com a SES, outros 334 casos suspeitos estão sendo investigados.

Fonte: G1 Mato Grosso



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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