Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 03 de Abril de 2026

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Por ponto facultativo, governo de MT pretende cumprir meta de vacinação contra gripe nesta 5ª



O governo de Mato Grosso pretende atingir a meta de 90% da cobertura da campanha de vacinação contra a gripe nesta quinta-feira (21). A campanha nacional termina na próxima sexta-feira (22), entretanto, o estado decretou ponto facultativo em função do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo.

De acordo com um boletim divulgada na terça-feira (19), pouco mais de 88% da população foi imunizada.

Ao todo, 587.449 mil pessoas foram vacinadas. A meta do estado é vacinar 666.364 mato-grossenses.

No estado, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o índice de cobertura ainda está baixo: crianças de seis meses até cinco anos e gestantes.

Os municípios que precisam intensificar a vacinação são: Rondolândia; Santa Terezinha; Jauru; Terra Nova do Norte; Cáceres; Chapada dos Guimarães; Santo Antônio de Leverger; Castanheira e Planalto da Serra; Nova Olímpia, Alto Paraguai, Colniza, Cotriguaçu, Curvelândia, Castanheira e Vale de São Domingos.

Dos 141 municípios, 53% já ultrapassaram a meta de 90% de cobertura. Outros 38% estão com índice entre 70% e 90%.

Já os municípios de: Colniza, Rondolândia, Cotriguaçu, Curvelândia, Denise, Jauru, Nova Canaã do Norte, Peixoto de Azevedo, Santo Antônio do Leste, Santo Antônio do Leverger, Alto Paraguai e Cáceres, estão com cobertura menor que 70%.

Quem faz parte do grupo prioritário e não conseguir se vacinar até o fim da campanha, pode procurar os postos de saúde a partir da próxima segunda-feira (25).

Segundo o governo, enquanto houver doses disponíveis a continuação desse grupo continuará.

Fazem parte desse grupo prioritário que deve ser vacinado idosos acima de 60 anos, grávidas e as mães que tiveram o bebê em até 45 dias, além de funcionários do sistema prisional, detentos, professores, pessoas com doenças crônicas e crianças, com idades entre seis meses e cinco anos.

Mortes pela doença

Mato Grosso registrou 11 mortes por gripe influenza confirmadas, apenas este ano. E, de acordo com a SES, outros 334 casos suspeitos estão sendo investigados.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Opinião - política

Troca de legenda, mesma lógica: Bira muda de partido e recalcula rota para 2026


Charge política.

Por Luis Costa/ Redação

Em Primavera do Leste, a política inova, pelo menos no discurso e na  prática, manual de reposicionamento, onde mudar de partido é menos sobre ideologia e mais sobre encontrar o melhor lugar ao sol.

Bira deixou o PL e desembarcou no Podemos. A justificativa oficial vem carregada de termos nobres: “reorganização”, “maturidade política”, “fortalecimento de grupo”. Tudo muito elegante quase poético , não fosse o fato de que, na prática, trata-se de um movimento clássico de quem decidiu apostar em um campo mais promissor.

Ao sair da base de Wellington Fagundes e se alinhar ao grupo de Max Russi, com conexão direta ao vice-governador Otaviano Pivetta, Bira não apenas mudou de partido. Mudou de eixo de poder. E isso, sim, é o que realmente importa , o resto é narrativa para consumo público.

A nova filiação o posiciona melhor no tabuleiro estadual e, de quebra, mexe no cenário de Primavera, onde disputa espaço com o ex-prefeito Leonardo Bortolin. Com uma legenda mais “leve” como gostam de dizer, tenta ampliar alcance e reduzir resistências. Traduzindo: quer mais voto e menos desgaste, e quem sabe consegue unir muitos primaverenses em torno do projeto com chance de conseguir ter um deputado.

No pacote, entra também o tempero tradicional da política local: fé e articulação caminhando lado a lado. A influência da igreja, representada por lideranças como o pastor Ary Dantas, segue presente, lembrando que, por aqui, espiritualidade e estratégia eleitoral costumam dividir o mesmo púlpito.

Enquanto isso, o apoio do prefeito Sérgio Machnic, em parceria institucional com Max Russi, é apresentado como compromisso com o desenvolvimento e sinal de alinhamento. E é mesmo, alinhamento de grupo que fica ainda mais forte.

Para completar o cenário, Eduardo Botelho deixa o União Brasil e migra para o MDB, garantindo que o tabuleiro continue em movimento suficiente para parecer dinâmico, garantindo quase que uma vaga já no partido, podendo dificultar ainda para Léo.

No fim, a tal “mudança de jogo” existe, mas não exatamente como vendem. O jogo continua o mesmo, o que muda é quem está melhor posicionado nele. E nisso, convenhamos, Bira fez seu movimento no tempo certo.


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