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Prefeitura de Gaúcha do Norte (MT) abre processo seletivo com 176 vagas



Gaúcha do Norte — Foto: Prefeitura de Gaúcha do Norte

Gaúcha do Norte — Foto: Prefeitura de Gaúcha do Norte

A Prefeitura de Gaúcha do Norte, a 595 km de Cuiabá, abriu as inscrições de um processo seletivo com 176 vagas. De acordo com a prefeitura, os salários variam de acordo com o cargo e sua jornada de trabalho, entre R$ 1.065,21 e R$ 6.657,54.

Segundo a prefeitura, as inscrições vão até o dia 11 de dezembro, por meio do endereço eletrônico. A taxa de inscrição é de R$ 20 para cargos de nível fundamental, R$ 40 para nível médio e R$ 60 para os de nível superior.

O processo seletivo será realizado para preencher vagas e formar cadastro de reserva em funções de níveis superior, médio e fundamental.

O certame se dará por meio de provas escritas objetivas, práticas e de títulos. As provas objetivas serão realizadas às 8h do dia 23 de dezembro, nos locais ainda a serem divulgados.

Cargos

Nível superior: contador, engenheiro civil, químico, assistente social, bioquímico/farmacêutico, educador físico, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, odontólogo, maestro, nutricionista, professor pedagogia, professor de educação física e psicopedagogo.

Nível médio: agente administrativo, fiscal de tributos, recepcionista, fiscal ambiental, digitador, instrutor de cursos livres, orientador sócio educativo, professor de artes e músicas, professor de dança, agente municipal de saneamento, eletricista automotivo, fiscal de obras e posturas, técnico de refrigeração de climatização, agente ambiental, agente comunitário de saúde, agente de combate a endemias, técnico em enfermagem, técnico em laboratório, técnico em radiologia, auxiliar de desenvolvimento infantil e educação especial e secretário escolar.

Nível fundamental: auxiliar de serviços gerais, vigilante, operador de máquinas, auxiliar administrativo, auxiliar de serviços diversos/feminino, motorista, borracheiro, gari, guarda, pedreiro, servente de pedreiro, zelador de cemitério, cozinheira, agente de manutenção e limpeza escolar, merendeira, motorista de transporte escolar e agente de segurança e vigilância escolar.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


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