Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 27 de Abril de 2026

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Prefeitura é acionada na Justiça por abandono de prédios públicos



A Prefeitura de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, foi acionada na Justiça por abandono de pelo menos nove prédios públicos no Centro da cidade. A ação foi proposta pelo Ministério Público Estadual (MPE), que afirmou ter constatado a deterioração de 28 prédios durante vistorias ‘in loco’.

G1 entrou em contato com o prefeito de Cáceres, Francis Maris Cruz (DEM), por telefone, mas ele ainda não se manifestou sobre o assunto.

Na ação, o MP afirma que o Executivo gasta, mensalmente, R$ 33 milhões com locação de imóveis, enquanto prédios públicos que poderiam passar por ações de conservação serviriam para abrigarem setores da administração pública.

À Justiça, o MP solicita que seja estabelecido ao município um prazo de 90 dias para que assuma a responsabilidade pelos imóveis – que hoje também estão sujeitos a ações de vandalismo – bem como apresente projetos de recuperação ou aproveitamento desses locais.

O pedido também pede para que os projetos sejam lançados pelo município dentro de 180 dias, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Conforme o MP, além de serem utilizados para consumo de drogas, os prédios abandonados se tornaram criadouros para os mosquitos transmissores de dengue, zika vírus e chikungunya.

A lista de prédios em desuso e abandono inclui postos de saúde, centro cultural, mini estádio e o antigo prédio da Câmara Municipal que, recentemente, passou por grave incêndio de origem indeterminada, que resultou em prejuízo à estrutura do edifício.

Também foram citados na ação os imóveis abandonados nas avenidas Vereador Enedino Sebastião Martins, São Luiz (ao lado da feira, onde funcionava a Secretaria de Obras) e na Rua Senador Azevedo, Bairro São Miguel (próximo à colônia de pescadores).

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil - política

Gilmar vota para soltar advogado do Master e é derrotado no STF


Decano pediu a troca da prisão preventiva de Daniel Monteiro por medidas cautelares e teve voto vencido

A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu manter a prisão preventiva de Daniel Monteiro, advogado no caso Master, contrariando voto do ministro Gilmar Mendes. A votação se deu em plenário virtual do tribunal, com a análise da decisão tendo sido iniciada em 22 de abril de 2026, e terminou com o placar de 3 a 1.

 

A prisão de Monteiro foi autorizada pelo ministro André Mendonça sob a suspeita de ter negociado R$ 146 milhões em propina com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, segundo a PF (Polícia Federal). Desse total, R$ 74 milhões teriam sido efetivamente transferidos.

Fonte Poder 360


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