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Mãe denuncia hospital por negligência na transferência de bebê prematuro



Mãe alega que houve negligência e registrou boletim de ocorrência (Foto: TVCA/ Reprodução)

Mãe alega que houve negligência e registrou boletim de ocorrência (Foto: TVCA/ Reprodução)

Uma mulher denunciou o hospital de Nortelândia, a 254 km de Cuiabá, por negligência após o bebê dela, que nasceu prematuro, morrer. A jovem de 21 anos alega que ele foi transferido para outro hospital, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, de forma incorreta.

A unidade de saúde informou que a criança foi transportada em um berço cirúrgico, com uma máquina de oxigênio.

A mãe, de 21 anos, afirma que procurou o hospital quando apresentava fortes dores e que a médica havia receitado um medicamento e a liberado. No entanto, ela teve que voltar para o hospital devido às contrações.

“As minhas contrações foram aumentando. Eu voltei para o hospital e então a médica veio e realizou o parto”, disse.

Ela reclama que bebê foi transferido sozinho (Foto: TVCA/ Reprodução)

Ela reclama que bebê foi transferido sozinho (Foto: TVCA/ Reprodução)

Um relatório realizado pelo hospital afirmou que a criança nasceu viva. A direção do local informou que o bebê foi transportado em um berço cirúgico, com mascára de oxigênio, e um pano para protegê-lo do frio.

O bebê nasceu com 1.600 kg, recebeu o suporte de uma enfermeira até chegar no hospital no município de Tangará da Serra.

A jovem alega que o hospital agiu com negligência. A direção, por sua vez, disse que ofereceu todo atendimento necessário para a criança, conforme a estrutura da unidade que é mantida por uma ONG.

“O nenê chegou lá sozinho, dentro da ambulância. O hospital [de Nortelândia] tinha todos os recursos para o meu filho estar bem”, afirmou a mãe.

A mãe registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Tangará da Serra, mas o caso será investigado pela Polícia CiviI de Nortelândia.

O hospital que recebeu a criança em Tangará informou que a criança chegou debilitada e que os médicos fizeram o possível para salvar a criança.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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