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IBGE divulga edital de processo seletivo para 1.152 vagas temporárias de recenseador



Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (20) edital de processo seletivo para 1.152 vagas temporárias para o cargo de recenseador. As oportunidades são para atuar no Censo Agropecuário 2017.

A abertura deste processo seletivo é uma continuidade do processo seletivo simplificado edital nº 02/2017, especificamente visando suprir as vagas nas UF/áreas de trabalho que tiveram candidatos inscritos em número inferior ao de vagas oferecidas, tiveram a listagem de candidatos aprovados esgotadas ou, ainda, não tiveram candidatos inscritos. O quadro completo com as vagas e localidade não tinha sido divulgado até a última atualização desta reportagem.

Os candidatos devem ter nível fundamental e no mínimo 18 anos. O salário será por produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada e de conhecimento prévio pelo recenseador, com base nas quantidades de unidades de estabelecimentos agropecuários recenseados.

A jornada de trabalho recomendável será de, no mínimo, 25 horas semanais, além da participação integral e obrigatória no treinamento.

Do total das oportunidades, 5% serão reservadas para pessoas com deficiência e 20% para negros.

As inscrições estarão abertas de 23 de outubro a 6 de novembro nos postos de inscrição do IBGE conforme lista divulgada no site www.ibge.gov.br/institucional/trabalhe-conosco.html. Não há cobrança de taxa de inscrição.

A seleção será feita por meio de análise de títulos.

A duração do contrato será de até cinco meses. As renovações e/ou rescisões dos contratos estarão condicionadas ao cronograma da operação e aos resultados da avaliação de desempenho do contratado.

Seleções anteriores

Para o Censo Agropecuário 2017, o IBGE abriu dois editais, um para 1.038 vagas temporárias de níveis médio e superior, e outro para 24,9 mil vagas de níveis fundamental e médio.

Foram oferecidas 18.845 vagas para recenseador. A seleção foi feita por meio de prova objetiva, aplicada em julho deste ano.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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