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Celular pega fogo enquanto carregava e destrói casa



Uma casa ficou parcialmente destruída depois que um celular que estava carregando sobre o sofá explodiu e pegou fogo, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, na sexta-feira (16).

A família contou que acordou com o barulho da explosão e que foi tudo muito rápido. Em instantes, sofá, cortina e forro estavam em chamas.

“A primeira coisa que fiz quando vi o fogo foi tirar a minha filha da casa, enquanto o meu padastro tentava apagar as chamas”, lembrou a auxiliar administrativo, Amanda Nascimento.

Os vidros da janela também foram atingidos e estouraram. O celular ficou completamente destruído e a parte do sofá em que o aparelho estava também ficou danificada.

O dono da casa conseguiu apagar o incêndio e ninguém se feriu. Mas, o Corpo de Bombeiros alerta que nessas situações é preciso chamar o socorro antes que algo mais grave aconteça.

O engenheiro eletricista Joel Mark de Oliveira esteve no local e apontou as possíveis causas do acidente.

“Nunca se deve deixar o celular carregando próximo a produtos e objetos inflamáveis, como superfície de espuma, papel, pluma, porque o celular esquente e chance de que pegue fogo é muito maior”, explicou.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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