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Prefeito busca recursos em Brasília



O prefeito Léo Bortolin, PMDB, se reuniu em Brasília com o secretário Nacional de Esportes, Leandro Cruz e na ocasião, foram assegurados R$2 milhões, a pedido do deputado federal, Valtenir Pereira, para a construção de um complexo esportivo no bairro Primavera III. “O recurso também será aplicado na ciclovia que interligará vários bairros da cidade, oportunizando mais qualidade de vida e sustentabilidade de nossa jovem Primavera do Leste”.

Durante um encontro com o secretário Nacional de Turismo, Totó Parente, Léo Bortolin, acompanhado de vereadores e secretários municipais, requereu investimentos para a infraestrutura do Lago Municipal, que, ao conseguir, serão aplicados “em uma extensa área de lazer e arborização, além da substituição da iluminação pública convencional, por Led”. Essa troca já está acontecendo em pontos estratégicos da cidade, porém “com a parceria do Governo Federal atingiremos mais bairros e, isso vai reduzir gastos para a Prefeitura e proporcionar mais segurança para a população”.

O prefeito esteve também com o Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a bancada federal de Mato Grosso e os prefeitos do Norte do Estado. “Neste encontro explanei sobre a agricultura familiar de nosso município, dos desafios e necessidades do setor, que merece atenção e investimentos por ser um segmento que depende exclusivamente dos governos federal, estadual e municipal”.

Em audiência com o senador Wellington Fagundes, PR, Léo fez uma explanação da realidade do município, apresentou as dificuldades para atender a demanda em áreas distintas e imprescindíveis para o desenvolvimento como Saúde, Infraestrutura, Educação, Agricultura, Cultura e Lazer, “Primavera tem uma demanda grande porque atende também municípios circunvizinhos e enfrenta o problema populacional que aumenta acima da média, devido a oportunidade de trabalho”.

Acompanhado dos vereadores, Miley Alves, Kinha Juritis, Valdecir Alventino, Josafá Barbosa, Carlos Araújo, Luis Costa e dos secretários de infraestrutura, Eduardo Wolff, de indústria, comércio e meio ambiente, Carlos Donin, de cultura, turismo e lazer, Wanderson Lana e Jonaldo Teixeira, secretário de educação, além de Fabrício Miguel, que representa o departamento jurídico e o responsável pelos convênios federais, Edmir Soliman. O prefeito continua cumprindo agenda em Brasília até sexta-feira.

Da Assessoria



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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