Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 07 de Maio de 2026

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Corpo de motorista é localizado em carreta que pegou fogo após acidente na Serra de São Vicente em MT



O corpo do motorista de uma carreta que pegou fogo neste domingo (14), na BR-364, no trecho da Serra de São Vicente, em Santo Antônio de Leverger, a 35 km de Cuiabá, foi localizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no final da tarde e retirado de dentro do veículo.

Segundo a PRF, o motorista, que estava desaparecido desde o acidente registrado às 8h21, ainda não foi identificado.

A carreta que ele conduzia colidiu com outra carreta, que transportava uma carga de agrotóxico, segundo a PRF.

Com a colisão, os veículos pegaram fogo, mas uma delas, onde a vítima estava, foi a mais atingida pelas chamas. Além disso, a carreta saiu da pista e tombou às margens da rodovia. O motorista da outra carreta saiu ileso. Ele se recusou a ser levado ao hospital.

As causas do acidente ainda não foram divulgadas.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Gaeco mira facção que movimentou R$ 2,8 milhões com crimes; Primavera esta entre as cidades com envolvidos


O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (7), a terceira fase da Operação “Tudo 2”, contra uma organização criminosa investigada por movimentar cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilícitas em Mato Grosso e Goiás. Ao todo, 19 pessoas foram alvo de mandados de prisão.

 

Além das prisões, a Justiça expediu 21 mandados de busca e apreensão, totalizando 40 ordens judiciais cumpridas simultaneamente nos municípios de Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.

 

Segundo o Gaeco, as investigações apontam que os valores movimentados pela organização criminosa têm origem no tráfico de drogas, cobrança de taxas internas da facção e outras práticas ilícitas, como golpes virtuais, apostas online e jogos de azar.

 

As apurações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em abril deste ano, quando foram identificados líderes e integrantes responsáveis pelo gerenciamento financeiro e pela ocultação dos recursos obtidos ilegalmente.

 

De acordo com os investigadores, o grupo criminoso atuava de forma estruturada, com divisão de funções e organização na arrecadação dos valores ilícitos. Ainda conforme o Gaeco, parte das movimentações financeiras era realizada por pessoas que recebiam benefícios sociais.

 

As investigações revelaram que os suspeitos movimentaram aproximadamente R$ 2,8 milhões em cerca de um ano de atuação criminosa.

 

A operação conta com apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, Polícia Civil, Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás, que atuam de forma integrada no combate às organizações criminosas na região.

 

O Gaeco é uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com participação das forças de segurança estaduais e do sistema socioeducativo.

 

O Ministério Público orienta que denúncias sobre atuação de facções criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127, da Ouvidoria do MPMT, e 197, da Polícia Civil.


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