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Manifestantes lavam calçadas da ALMT em protesto contra deputados investigados em operação



Manifestantes lavaram as calçadas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na noite dessa terça-feira (19), antes da sessão plenária, em protesto contra os deputados investigados na Operação Malebolge, da Polícia Federal, que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação da renda e organização criminosa, na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Os manifestantes foram impedidos de entrar na galeria do plenário com vassouras e com os cabos de madeira das bandeiras. Sem esses itens, eles puderam entrar. Mas a sessão não foi realizada por falta de quórum, ou seja, não havia número suficiente de parlamentares presentes na sessão para analisar os projetos e outras matérias.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Mato Grosso (Sintep-MT), Henrique Lopes, o ato foi contra a corrupção. “É uma maneira de dizer: chega de corrupção, porque ela é que tem inviabilizado o serviço público e que tem matado toda uma geração com falta de educação”, declarou.

Oito deputados foram alvos da operação, que cumpriu mandados de busca e apreensão em 64 endereços na última quinta-feira (14). São eles: Oscar Bezerra (PSB), Silvano Amaral (PMDB) e Romoaldo Junior (PMDB), Baiano Filho (PSDB), Wagner Ramos (PSD), Gilmar Fabris (PSD), José Domingos Fraga (PSD) e Ondanir Bortolini (PSD), o Nininho.

Além dos depoimentos detalhando como funcionavam os esquemas de corrupção em seu governo, Silval Barbosa entregou provas materiais, entre elas vídeos. As imagens mostram o ex-chefe de gabinete dele, Sílvio Corrêa, entregando maços de dinheiro ao prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), a José Domingos Fraga, ao deputado federal Ezequiel Fonseca (PP), e aos ex-deputados estaduais, Luciane Bezerra (PSB), Alexandre Cesar (PT) e Hermínio Jota Barreto.

Fonte: G1



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Brasil

JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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